quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Você acha que está no trabalho errado?

Confira 5 sinais básicos de que você provavelmente está no lugar errado.



- Você odeia segundas-feiras.
- Você não pode/não consegue se relacionar com seus colegas de trabalho.
-“Ciúmes” descreve como você se sente em relação ao trabalho de todos os outros.
- Você está convencido de que o tempo PARA no escritório.
-Mesmo se aumentarem o seu salário, você continua querendo sair daquele lugar.



Nossas ocupações não são destinadas a nos definir. No entanto, elas naturalmente formar uma grande parte de nossas vidas. Se você sentir que não tira o máximo proveito de sua carreira,talvez seja hora de dar um salto e começar a procurar um caminho alternativo. Faça o que você ama, sempre.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Já ouviu falar da síndrome de Gabriela?

Provavelmente se você já passou dos 40, você se lembra da novela Gabriela, Cravo e Canela. Ou da protagonista: Sônia Braga. Mas o que tem a ver novela com o mundo corporativo? A novela em si quase nada, mas a música tema da trama brilhantemente escrita por Jorge Amado tem sim tudo a ver. Os versos cantados por Maria Bethânia traziam um tom brejeiro para o personagem e dizia assim: “eu nasci assim, eu cresci assim, e sou mesmo assim, vou ser sempre assim... Gabriela... sempre Gabriela”.

Hoje em dia no mundo coorporativo existem várias pessoas com a “síndrome de Gabriela”, quem nunca teve um amigo, um chefe, um colega de trabalho que sempre diz ou pensa desta forma: eu nasci assim, e sou mesmo assim e não mudo, não mudo e não mudo! 

De fato é difícil lidar com a mudança especialmente para algumas pessoas.  Alguns fatores que levam as pessoas a lidar de forma negativa com as mudanças. Entre estes fatores podemos citar três: a homeostase, o interesse pessoal e o pensamento de curto prazo. Uma velha frase no meio esportivo que reflete a ideia de homeostase: “um time que está ganhando não se mexe”.  Há pessoas que simplesmente não mudam por puro interesse pessoal.  O pensamento de curto prazo normalmente acomete as pessoas por falta de hábito em planejar. Enquanto há aqueles que vivem planejando e raramente fazem alguma coisa, há também outros que não pensam no futuro. 

O resultado de tudo isso é o medo! Basicamente as pessoas têm medo das mudanças por causa do medo. O medo nosso de cada dia: o medo de dar errado, o medo de não conseguir, o medo de se frustrar, o medo de arriscar, o medo do ridículo, o medo de não ser aceito, o medo de sentir medo.

Diante de tudo isso, será que é possível lidar bem com as mudanças? Claro que sim, mas para isso é preciso criar um ambiente corporativo favorável e que passa por alguns aspectos: melhorar a comunicação entre todos os níveis; fortalecer o pensamento estratégico e de longo prazo a todos os funcionários; preparar mais e melhor as lideranças; gerar oportunidades para que as pessoas tentem e participem sem o medo de punição; e fundamentalmente difundir o conhecimento, os planos de futuro e as expectativas do presente. Com estas ações é possível criar um clima interno de motivação para a mudança. 


Fonte: RH Portal - http://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?rh=A-Sindrome-De-Gabriela-&idc_cad=rd4jsx_sb

quarta-feira, 16 de julho de 2014

O hábito de Procrastinar

Hábito primitivo de procrastinar

A ciência mostra que procrastinar faz parte da natureza humana. Mas há maneiras de lutar contra esse hábito primitivo e terminar o trabalho no prazo. Um estudo da Universidade do Colorado, em Boulder, nos Estados Unidos, publicado em fevereiro de 2014, mostrou pela primeira vez na história que o hábito de adiar pode ter um componente genético. A notícia trouxe algum conforto para procrastinadores compulsivos, que agora podem dividir com os pais a culpa pelo mau comportamento.

Mas o grande mérito dos pesquisadores foi mostrar que esse terrível inimigo do trabalho foi aprimorado dentro de nosso DNA ao longo de milhões de anos e que não podemos nos livrar dele tão facilmente quanto pensávamos. A pergunta-chave sobre o hábito de atrasar agora mudou: se deixar para depois faz parte da natureza humana, como podemos enfrentar a leseira e concluir nosso serviço no prazo? 



De uma perspectiva da evolução humana, a procrastinação seria um subproduto da impulsividade. Os pesquisadores da Universidade do Colorado identificaram que um mesmo gene define as duas coisas. Para o homem primitivo, fazer planos de longo prazo não era tão importante quanto saciar as necessidades básicas e instantâneas de sobrevivência.

Cuidar do que acontecia no presente era muito mais importante do que pensar no futuro. Desse modo, o homem desenvolveu o instinto de reagir a estímulos imediatos mudando o foco de sua atenção. Dessa natureza surge a chave de cada adiamento: a pessoa perde a concentração na atividade que está fazendo para se preocupar com uma perturbação momentânea. O urgente supera o importante.

A vida moderna é mais bem-adaptada a metas de longo prazo. A maioria das pessoas não precisa mais caçar o alimento diariamente. Mas as tendências impulsivas ainda estão presentes e o mundo é um lugar lotado de pessoas, eventos e aparelhos que drenam a atenção de qualquer profissional.

“O grande problema é quando o adiamento prejudica a carreira, o trabalho ou os relacionamentos”, afirma o consultor Christian Barbosa, especialista em gestão do tempo, de São Paulo. Em casos extremos, a in­capacidade de cumprir compromissos no prazo estabelecido leva a pessoa a perder oportunidades de crescimento e a ser taxada de incompetente ou preguiçosa.

Mas há diferenças entre a preguiça e o adiamento. A primeira é a falta de vontade de fazer uma tarefa. Já a procrastinação é um atraso irracional de uma ação pretendida, na definição do psicólogo Piers Steel, da Universidade de Calgary, no Canadá, autor de estudos sobre o assunto e do livro A Equação de Deixar para Depois (Editora Best Seller, 2012, 35 reais). O procrastinador quer cumprir a tarefa, mas por algum motivo não consegue.



De acordo com Piers, a maioria dos adiadores vive culpada, tensa, estressada, ansiosa e com baixa autoestima por não conseguir se programar direito para fazer as coisas com antecedência, como imagina que os outros colegas de trabalho façam. Após anos de estudo, o pesquisador canadense identificou três grandes elementos que determinam a procrastinação.

“De longe, os principais motivos pelos quais adiamos as coisas são falta de confiança, achar a tarefa chata ou pouco prazerosa e a distração provocada pela impulsividade”, afirma Piers. O último item ajuda a entender por que uma pessoa pode se desviar até de coisas que gosta de fazer.

A ideia de que a maturidade ajuda a combater a procrastinação é apenas parcialmente verdadeira. Um profissional experiente pode ter aprendido a controlar distrações de modo a se manter focado no serviço, mas isso nunca será completamente verdade.

“Todo mundo tem suas armadilhas, e isso vale tanto para o estagiário quanto para o presidente”, diz o headhunter André Caldeira, diretor da Proposito, empresa de seleção de executivos de Curitiba, que entrevistou vários gestores sobre o assunto.

O papel de cada um

Cada pessoa tem um padrão próprio para deixar as coisas para depois. Não há como afirmar categoricamente que alguém está procrastinando, só é possível suspeitar. Há situações em que um procrastinador diz que a inércia é uma escolha racional.
“Uns trabalham menos para passar mais tempo com a família. Mas isso depende dos valores de cada um. O único que pode afirmar com certeza se está adiando ou não é o pro­crastinador”, diz Piers. Agora que já ficou claro que todo mundo adia seus compromissos de alguma maneira, está na hora de controlar os instintos para viver menos tenso.


Retirado de: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/193/noticias/controle-os-ponteiros


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Evite ser aquele chato que reclama de tudo no ambiente de trabalho

Se você não quer ser isolado pelos colegas de trabalho, desligue o botão de reclamações ininterruptas.

As pessoas que estão ao nosso lado podem influenciar positiva ou negativamente uma experiência. Viaje com um chato e você se lembrará do que eu falo: por melhor que a coisa esteja, o chato sempre acha uma maneira de estragar o que é bom, reclamando o tempo todo de tudo.
No ambiente corporativo é a mesma coisa. Só quem trabalha ao lado de um chato ou de um profissional sem noção entende o que estou falando. Só esses pobres coitados é que sabem o calvário diário a que são submetidos. Se você não quer ter sua mesa colocada atrás do armário que guarda o arquivo-morto do escritório, preste atenção nestas dicas.

Seja positivo – Na medida do possível, controle seu temperamento, não reclame de tudo e de todos, cultive o bom humor, faça sua vida e a dos que o rodeiam mais leve. O trabalho por si só já pode ser estressante.
Maneire o tom – Não imagino nada mais estressante do que trabalhar ao lado de alguém que, o tempo todo, se comunica com os colegas e com os clientes num volume tal que quem não participa da interação nem sequer consegue se concentrar. Nesses casos, o feed­back honesto e gentil ao gritalhão resolve a situação.
Não seja do contra – Engaje-se, torça a favor de projetos e de responsabilidades que são de todo o seu time. Tem coisa pior do que trabalhar ao lado de alguém que parece ter uma nuvem negra de negatividade sobre a cabeça o tempo todo?



Baixe o ego – Sim, sim, as estrelas deixam o céu sempre mais bonito. E, quanto mais delas há na noite, mais bonito fica o céu. Pare com esse complexo de farolete e deixe que os outros falem, contem seus feitos, enfim, brilhem também. Aquele que quer que os outros ouçam seus casos precisa aprender a ouvir o caso dos outros.
Respeite seu time – Honre os compromissos que você se propôs a cumprir. Seja um profissional pontual, jogue limpo com os colegas e jamais pense em puxar o tapete de quem quer que seja ou em levar vantagem sem merecimento.
Como vê, são pequeninas coisas que, somadas, podem fazer da vida dos que nos rodeiam um oásis de tranquilidade e produtividade. Ou, quando ignoradas, geram uma sucessão de estresses e aborrecimentos que, mais dia, menos dia, acabam sendo sanados, nos casos extremos, com o desligamento do chato do grupo. Nos escritórios colaborativos de hoje, ser chato custa caro. 


                                        Seja uma boa companhia!

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Novo emprego te desapontou? Veja quais podem ser os motivos

O mito da empresa perfeita 

Para conquistar interessados em trabalhar nelas, muitas empresas promovem a imagem de que são lugares incríveis. Outras são marcas renomadas, que se aproveitam da reputação de seus produtos na captação de empregados, mesmo que internamente sejam ambientes ruins.
"É natural que as empresas só mostrem o que têm de melhor. O problema é que muitas vezes as regras do jogo não ficam claras”, diz a coach Eliana Dutra, do Rio de Janeiro. “Uma empresa pode ser excelente para muitos, mas não para todos.” 

Falta de identificação com a cultura

É natural se sentir um forasteiro nos primeiros dias de um emprego novo. Falta conhecer as pessoas e os inúmeros códigos informais que regem os relacionamentos corporativos.
Se a sensação se prolongar, é sinal de que pode faltar identificação com a empresa. Aí é hora de avaliar se vale tentar uma adaptação, revendo alguns hábitos e analisando se suas crenças e seu estilo realmente são únicos e não podem ser mudados. Se a incompatibilidade for total, não adianta insistir. 

Ambiente de forte pressão

O trabalho sob pressão afeta inúmeros mercados. Pouca gente escapa dessa realidade. Encontrar nos primeiros dias um ambiente assim pode ser traumático, por mais que a pessoa saiba do estilo da empresa.

O conselho é enfrentar o monstro. “O profissional precisa insistir um pouco antes de desistir”, diz Mara Turolla, diretora de coaching da consultoria Career Center,  de São Paulo. “As decisões devem ser mais racionais e menos por impulso.”

Problemas com o chefe

Um estudo da consultoria Page Talent — que contrata estagiários e trainees — com 600 jovens entre 18 e 24 anos mostra que 52% não se preocupam em conhecer o perfil dos chefes antes de aceitar uma oferta. Tentar saber mais sobre o futuro líder ajuda a prever problemas de relacionamento.
No convívio, a orientação é evitar o confronto. Se o caso for insuportável, deve-se tentar mudar de área, considerando que pode não haver outro lugar na empresa.

Falta de qualidade de vida

Uma promessa comum é a qualidade de vida. Muitas empresas, na hora de contratar, omitem que têm um ritmo insano. A regra é esperar até ter certeza de que não se trata de um pico passageiro de serviço. “Se os horários forem mesmo loucos, tente ganhar tempo em coisas como o transporte para o trabalho”, diz Mara Turolla, da Carrer Center. Se não for possível, considere sair.

Trabalho chato

Mesmo que o profissional faça o que gosta, encontrará atividades monótonas. A parte chata raramente é discutida na entrevista. Descobrir uma forma leve de encarar o lado entediante do trabalho facilita o dia a dia.

O problema é a falta de tarefas estimulantes. Uma opção é tomar a iniciativa. “Experimente propor um novo projeto para o chefe”, diz Mônica Ramos, diretora do serviço de transição de carreiras da consultoria LHH/DBM, de São Paulo.

Promessas não cumpridas

Muitos profissionais reclamam que, antes de entrar, a empresa vendeu uma imagem bem diferente da prática”, diz André Freire, presidente da Odgers Berndtson, empresa de recrutamento de executivos de São Paulo. Se isso ocorrer, o jeito  é se virar com aquilo que está disponível e renegociar as metas com o chefe, explicando que precisa dos recursos que foram  prometidos na entrevista.


Retirado da Revista Exame: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/192/noticias/o-novo-emprego-desapontou?page=3

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Questões para refletir sobre sua carreira

Você está buscando mais para a sua carreira? Ser um profissional de sucesso implica em muitas decisões e rumos que precisamos tomar. Neste sentido, apresentamos dez perguntas essenciais que você deve fazer para si mesmo:

1. Estou feliz e satisfeito com minha carreira?
Para alguns, a resposta para esta pergunta pode ser muito óbvia. No entanto, muitas pessoas passam semanas, meses e até anos, sem realmente avaliar se são felizes no trabalho. Seja honesto consigo mesmo. Avalie se está satisfeito com sua carreira, se gosta do que faz e se tem identificação com a empresa onde atua.

2. O que posso fazer para me satisfazer profissionalmente?
Se você é apaixonado por seu trabalho, há sempre espaço para melhorias. Pergunte a si mesmo: Que medidas posso tomar para melhorar minha satisfação com a carreira? Se a resposta está nas mudanças pessoais que você precisa fazer, ou nas mudanças externas (como um salário maior ou ter mais responsabilidades), reflita e identifique o que pode fazer você mais feliz no âmbito profissional.

3. O que sei sobre mim?
Faça uma reflexão sobre o que realmente te deixa confortável no dia a dia. Gosta de se relacionar com clientes, de colaborar com a equipe de trabalho ou atuar de maneira mais individual, com caráter mais técnico? Tome nota destas pequenas “lições”, pois quando chegar a hora de encontrar um novo emprego, elas irão ajudar em seu processo de tomada de decisão.

4. Como tenho evoluído desde o último ano?
Identificar e refletir sobre como você cresceu e melhorou de um ano para cá pode ajudar a elevar sua autoestima e colocar seus planos em perspectiva. Na verdade, se você parar e pensar sobre isso, irá se surpreender com o quanto realizou em um curto período!



5. De que forma espero crescer na minha carreira?
Não importa o quão grande somos em nossas profissões, todos nós temos espaço para melhorar. Independentemente de quais são seus objetivos, sempre existe a possibilidade de alcançá-los com excelência, e identificá-los é o primeiro passo para alcançá-los.

6. Se eu pudesse ganhar uma habilidade, qual seria?
Além das que você já possui, existe mais alguma habilidade que seria interessante aprimorar e que tenha relação com seu trabalho? Alguma que possa ajudá-lo a crescer em sua carreira, que o faça ganhar mais dinheiro ou simplesmente fazer você mais feliz?

7. Que habilidade agradaria meu chefe?
Não há segredo: quando seu gestor está feliz com suas realizações, seu trabalho se torna mais fácil. A melhor maneira de impressionar seu chefe é tomar a iniciativa de aprender novas habilidades e competências que irão ajudá-lo a prosperar. Qual é a habilidade que você acha que seu chefe gostaria que você adquirisse ou melhorasse? Na dúvida, pergunte a ele – provavelmente você passará a impressão que apenas quer evoluir como profissional.

8. Quais são as últimas realizações das quais me orgulho?
Algumas conquistas podem ser muito importantes (como a obtenção de uma promoção ou a finalização de um projeto), enquanto outras podem ser aparentemente pequenas, mas que também têm sua relevância. Pare, pense sobre suas vitórias, e as valorize! Você chegará à conclusão de que é um profissional vencedor!

9. Onde estarei daqui a um ano?
Talvez você esteja atrás de um novo emprego, de um trabalho diferente de tudo que já fez, de um salário maior, ou simplesmente gostaria de ser ainda melhor em seu trabalho atual. Seja qual for seu objetivo para 2015, pense sobre o que você vai ter que fazer para alcançar suas metas.

10. Qual é meu sonho?
Quando crianças, nós confabulávamos sobre nossas carreiras futuras sem se preocupar com algo mais realista. Incorpore um pouco daquela mentalidade da infância para idealizar uma empresa perfeita, perfis de colegas de trabalho com os quais você adoraria trabalhar, e tente concretizar alguns desses seus sonhos. Seja honesto consigo mesmo!



Fonte: Catho -| Portal Carreira & Sucesso 

quarta-feira, 14 de maio de 2014

O que os recrutadores procuram nas redes sociais do candidato?

Se você é do tipo que compartilha qualquer coisa em seus perfis nas redes sociais, melhor pensar duas vezes. Os recrutadores estão sempre de olho nessas páginas. Veja o que eles levam em conta.

Que as suas redes sociais podem garantir empregos e contatos profissionais você já deve estar cansado de saber. Contudo, nem todos os candidatos a emprego estão familiarizados com o fato de que cada vez mais recrutadores realizam buscas nesse tipo de perfil. Se você está preocupado com os seus perfis em redes sociais e quer melhorar seu conteúdo para garantir uma contratação, conheça 6 pontos nos quais os recrutadores prestam atenção.



1. Personalidade
Ler perfis em redes sociais dá aos recrutadores uma ideia da personalidade do candidato. Esse tipo de recurso é utilizado para saber se a maneira como você se comporta cabe na cultura da organização.

2. Imagem profissional
A maneira como você se apresenta em seus perfis é como o mundo vê você. Nesse caso, os recrutadores procuram por indícios de profissionalismo, sinais de que você sabe se portar em ambiente corporativo. Portanto, esteja atento ao que você publica e comenta nas redes sociais.

3. Qualidades profissionais
Talvez você nunca tenha pensado nas suas redes sociais dessa maneira, mas elas podem ser muito úteis para mostrar aos recrutadores as suas habilidades e qualificações profissionais. Esse tipo de informação pode ser adicionado sutilmente e mostra que você está interessado em se manter atualizado.



4. Identificação com a vaga
Um candidato que tem em seu perfil uma ampla gama de interesses pode ser melhor para determinado cargo do que outros que são reservados quanto àquilo que os interessa. Parece estranho, mas um recrutador sabe onde procurar e vai verificar todos os detalhes para garantir que você seja a opção certa. Invista em preencher seus interesses nas redes sociais. Esteja atento, contudo, a conteúdos que possam ser considerados ofensivos.

5. Habilidades de comunicação
Não importa qual seja a sua área de formação, é sempre necessário saber se comunicar. Suas redes sociais podem deixar claro para um recrutador se você tem ou não essa habilidade. Se a sua presença nas redes sociais é forte, você tem mais chances de ser visto como um bom comunicador.

6. Referências
Especialmente em redes sociais profissionais, como é o caso do LinkedIn, os recrutadores esperam ver o que outros profissionais têm a dizer de você. Invista em conseguir recomendações de antigos empregadores e nunca deixe de estabelecer novas conexões.


Fonte: Universia Brasil