Hoje
em dia no mundo coorporativo existem várias pessoas com a “síndrome de Gabriela”,
quem nunca teve um amigo, um chefe, um colega de trabalho que sempre diz ou
pensa desta forma: eu nasci assim, e sou mesmo assim e não mudo, não mudo e não
mudo!
De
fato é difícil lidar com a mudança especialmente para algumas pessoas. Alguns
fatores que levam as pessoas a lidar de forma negativa com as mudanças. Entre
estes fatores podemos citar três: a homeostase, o interesse pessoal e o
pensamento de curto prazo. Uma velha frase no meio esportivo que reflete a
ideia de homeostase: “um time que está ganhando não se mexe”. Há pessoas que simplesmente não mudam por
puro interesse pessoal. O pensamento de curto prazo normalmente
acomete as pessoas por falta de hábito em planejar. Enquanto há aqueles que
vivem planejando e raramente fazem alguma coisa, há também outros que não
pensam no futuro.
O
resultado de tudo isso é o medo! Basicamente as pessoas têm medo das mudanças
por causa do medo. O medo nosso de cada dia: o medo de dar errado, o medo de
não conseguir, o medo de se frustrar, o medo de arriscar, o medo do ridículo, o
medo de não ser aceito, o medo de sentir medo.
Diante
de tudo isso, será que é possível lidar bem com as mudanças? Claro que sim, mas
para isso é preciso criar um ambiente corporativo favorável e que passa por
alguns aspectos: melhorar a comunicação entre todos os níveis; fortalecer o
pensamento estratégico e de longo prazo a todos os funcionários; preparar mais
e melhor as lideranças; gerar oportunidades para que as pessoas tentem e
participem sem o medo de punição; e fundamentalmente difundir o conhecimento,
os planos de futuro e as expectativas do presente. Com estas ações é possível
criar um clima interno de motivação para a mudança.
Fonte:
RH Portal - http://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?rh=A-Sindrome-De-Gabriela-&idc_cad=rd4jsx_sb