quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Saiba como diminuir o estresse do dia a dia

Altas taxas de estresse são perigosas para a produtividade e para a saúde (Foto: Thinkstockphotos)

O estresse causado pelo dia a dia derruba a produtividade, afeta os relacionamentos e diminuí a sua qualidade de vida. Algumas mudanças simples na vida e no ambiente de trabalho podem ajudar você a lutar contra isso. Basta seguir essa série de dicas, todas provadas cientificamente. Elas são simples e podem ter um efeito rápido muito positivo.
1. Acorde antes que todos e durma melhor
Aumentar a produtividade pode diminuir o estresse? Você vai ficar espantado com a quantidade de tarefas que pode fazer de manhã cedo enquanto as pessoas ainda estão dormindo. Se conseguir, por exemplo, terminar seus afazeres antes do Sol nascer, você pode tirar o horário do almoço para fazer atividades de lazer, como praticar um exercício físico.
Pesquisas feitas pelo biólogo Christoph Randler provaram que alunos do período da manhã têm melhores desempenhos no trabalho e conseguem mais carreiras de sucesso se comparado com alunos que começam o dia mais tarde.
Pessoas estressadas também têm mais dificuldades para dormir. Café, álcool e aparelhos com tela de LED apenas dificultam o sono se o contato for muito próximo da hora de dormir.
Médicos pesquisadores da Harvard provaram a relação entre problemas de sono e a emissão da luz azul encontrada comumente em aparelhos eletrônicos. Pessoas expostas muito tempo a essa luz tendem a ter distúrbios do relógio biológico e dificuldades maiores em cair no sono.
2. Faça exercícios diariamente
Os exercícios físicos possuem vários benefícios provados cientificamente. Fortalecer os músculos, por exemplo, libera enzimas que limpam o organismo de substâncias tóxicas chamadas Kynurenine (bioproduto do estresse e da inflamação).
Você odeia academias? Tente fazer coisas simples, como andar de bicicleta com um amigo, nadar ou fazer um alongamento antes de uma reunião importante.
3. Olhe menos os seus e-mails
Pesquisadores da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, perguntaram para 124 pessoas sobre a quantidade de vezes diárias que elas checavam suas caixas de e-mail. Aquelas capazes de ver o correio eletrônico poucas vezes por dia se mostraram menos estressadas do que quem olhava as mensagens a todo o momento.
4. Consuma mais Ômega 3
Muitos estudos já provaram uma relação do estresse crônico com inflamações no corpo. Boas notícias: comer alimentos ricos em Ômega 3 - como Peixes e Frutos do Mar - ajudam a reduzir inflamações. E, consequentemente, ajudam com as tensões do dia a dia.
5. Concentre-se na sua respiração
Colocar o foco da sua mente exclusivamente no momento presente ajuda a eliminar o estresse.
Entretanto, alguns pesquisadores da Universidade de Winsconsin, nos Estados Unidos, provaram que basta contar sua respiração para relaxar. Em um estudo realizado com mais de 400 pessoas, era pedido para os participantes contarem a quantidade de vezes respiradas. Ao fim, melhores índices de humor se revelaram em pessoas capazes de prestar mais atenção na quantidade de vezes respiradas.
6. Abrace alguém todo dia
Um recente estudo da Universidade de Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, identificou que manifestações de apoio emocional frequentes, como abraços, ajudam a reduzir o estresse e a diminuir suas taxas de contaminação para as pessoas ao redor.
7. Saia da internet
Pesquisadores britânicos encontraram uma relação entre níveis crescentes de estresse com a prática de checar constantemente o smartphone. Apesar de em um primeiro momento parecer terrível se desligar da tecnologia, fazer uma caminhada ou ficar um tempo longe da internet aumenta a tranquilidade e o relaxamento do corpo. Entrar em contato com a natureza também é importante para acabar com o estresse diário.
Retirado de: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/01/saiba-como-diminuir-o-estresse-do-dia-dia.html

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Como separar a vida pessoal da profissional?


Conciliar as atividades pessoais e profissionais sem que uma interfira na outra é o sonho de 100% das pessoas que estão no mercado de trabalho, independente de cargo, função, idade ou sexo. Na teoria parece fácil, mas muitos profissionais têm dificuldades em separar os problemas de casa e do trabalho e deixar cada um em seu respectivo ambiente – principalmente com os avanços tecnológicos, que nos mantém conectados 24 horas.
Imprescindível para a qualidade de vida, essa prática ajuda a evitar problemas na carreira e a aumentar o rendimento. Afinal, não importa se você trabalha em uma grande multinacional, em uma pequena empresa ou se é um profissional autônomo, quando falamos de trabalho estamos falando de produtividade. Assim, se você for um trabalhador produtivo (acima da média) suas chances de sucesso serão grandes. O mesmo vale para seus relacionamentos pessoais, com família e amigos, e seus momentos de lazer, que só tendem a ganhar em qualidade quando você está focado neles.
Segundo Alexandre Pinez, sócio-diretor e especialista em Life Coach da Avalie Coahcing, para alcançar este objetivo o segredo é não tentar separar os assuntos como se fossem duas vidas (uma pessoal e outra profissional), e sim buscar o equilíbrio. Para isso, basta uma boa pitada de bom senso e algumas regrinhas básicas. Confira a seguir quatro delas!

Tenha planejamento e disciplina

O planejamento e a disciplina devem estar presentes nos dois lados da moeda: vida pessoal e vida profissional. No trabalho, tenha sempre muito claro quais são suas atuais prioridades, assim conseguirá organizar suas tarefas com mais clareza. Na vida pessoal, planeje com antecedência como deseja utilizar seu tempo e estabeleça uma rotina em seu dia em que você possa se dedicar também à sua família e amigos.

Não seja uma esponja de problemas

Muito cuidado para não ficar absorvendo problemas atrás de problemas, sejam eles profissionais ou pessoais. Você tem um limite, não insista! Portanto, fique atento para não “comprar” problemas que não são seus e nunca esqueça ou duvide da capacidade que outras pessoas têm para resolver alguns deles. Lembre-se de que você pode sempre delegar.

Não confunda os relacionamentos

Muitas vezes temos em nosso ambiente de trabalho pessoas da família ou amigos pessoais, e em outros casos, amigos de trabalho se tornam mais íntimos e passamos a conviver com eles fora do ambiente profissional. Seja qual for o caso, tenha sempre em mente o contexto em que está envolvido (pessoal ou profissional) e tenha cuidado para não ultrapassar limites.

Deixe os assuntos de trabalho no trabalho

Os momentos que você vive fora do horário de expediente são para relaxar e pensar/focar em outros assuntos. Como foi o dia da sua esposa? O que seus filhos fizeram na escola? Como será a viagem que aquele amigo está prestes a fazer? Enfim, o importante é entender que as pessoas do seu convívio pessoal não pertencem ao seu trabalho, portanto os assuntos de lá pouco interessarão a elas.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

10 dicas para você aumentar sua produtividade no trabalho

smartphone; produtividade; celular (Foto: ThinkStock)

Saiba o que fazer para terminar mais tarefas em menos tempo


Todos nós temos muitas coisas para fazer no trabalho. No entanto, nem sempre conseguimos realizar tudo o que havíamos planejado. Isso acontece por muitas razões. E, às vezes, a culpa é nossa – ao perdermos tempo com coisas inúteis, ou trabalhando em tarefas nem tão essenciais ainda.
Peter Economy, do site da revista "Inc.", listou pontos importantes para quem quer fazer mais tarefas em menos tempo. Confira:
1. Diminua a quantidade de coisas na sua lista
Ter 15 ou 20 itens na sua lista aumenta suas chances de se perder no meio do caminho e cumprir poucas tarefas. Priorize de três a cinco itens principais e foque suas energias neles.
2. Mude o design
Mude o hábito de fazer listas em formatos tradicionais e lineares. Experimente, por exemplo, colocar sua meta mais importante em um círculo central, rodeado por círculos menores, que representem as outras pendências a serem cumpridas.
3 . Diminua o seu tempo
Pronto, sua lista está pronta. Agora, você está pensando em como e quando começar . Desafie-se. Coloque, por exemplo, o horário do meio-dia para terminar todas as suas tarefas.
4. Fuja do “peso morto”
Se a sua empresa está produzindo vários produtos, evite dedicar muito tempo àquilo que não está funcionando ou que não tem potencial para ser o maior sucesso. Coloque sua atenção nos produtos que funcionam. E vendem. O mesmo princípio vale para a vida: não diga sim para tudo. Guarde suas respostas positivas para o que pode melhorar sua carreira.
5. Envolva os outros
Pare de tentar fazer tudo sozinho! Delegue tarefas a seus colaboradores  e coloque responsabilidade nisso. Desta forma, você consegue ter mais tempo para participar de tarefas mais importantes.
6. Acredite em si mesmo
Nós somos humanos e não máquinas. Se você está se sentindo cansado e improdutivo, procure um lugar para caminhar ou troque o lugar onde está sentado. Acredite em si mesmo e acredite no retorno total de sua produtividade após dar a sim mesmo um tempinho de descanso.
7. Inspire-se em ideias dos famosos
Sua produtividade pode decolar se você promover algumas mudanças súbitas e adotar diferentes hábitos. Tente alguma dessas rápidas ideias de figuras ilustres: o escritor Ernest Hemingway era mais produtivo quando escrevia ficando de pé, enquanto Woody Allen encontra sua produtividade e criatividade após tomar vários banhos por dia.
8. Continue aprendendo 
Quanto mais experiências você tiver e mais você aprender, melhores serão o seu raciocínio e sua criatividade para buscar a solução de um problema. Continue aprendendo e você vai conseguir mais conhecimento para auxiliá-lo nas metas do dia a dia.
9. Use a “regra dos cinco minutos”
Se você não está conseguindo ser produtivo porque está tendo problemas em se manter focado, desafie-se a trabalhar em algo por cinco minutos. Dê o melhor de si nesse ínterim. Você ficará surpreso com o que você conseguirá fazer em 300 segundos. 
10. Pare com interrupções
Você pode melhorar sua produtividade ficando longe de distrações. Feche o seu e-mail, não cheque as redes sociais e desative as notificações do seu celular. Desconectar-se por um tempo pode ajudar muito na realização de suas tarefas.
Retirado de: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/01/10-dicas-para-voce-aumentar-sua-produtividade-no-trabalho.html

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Recolocação Profissional

Nancy Assad
Autor: Nancy Assad

Quais atitudes tomar após ser dispensado da corporação? Como se recolocar no mercado de trabalho?

O primeiro ponto importante de analisar antes da própria demissão são as causas que geraram essa demissão. Na maioria das vezes, o motivo é quase sempre gerado pelo próprio profissional demitido, apesar de atribuída equivocadamente na maioria das vezes à empresa.

Contribuem para a própria demissão inúmeros fatores: falta de objetivos claros nos campos pessoais e profissionais; ausência de comprometimento com o que empreende; falta de disciplina e determinação; inabilidade política e falta de visibilidade; insatisfação com o trabalho que executa.

O profissional que pretende buscar uma recolocação profissional deve estar atento a uma série de fatores essenciais a esse fim. Não há um mapa que garanta a sua recolocação – o que há são orientações de condutas que aumentem a probabilidade futura da sua recolocação.
Segue abaixo algumas dicas para a recolocação profissional:
O networking é necessário para aumentar o leque de oportunidades, bem como a qualificação e cursos extracurriculares. Mas uma ferramenta que hoje não se pode deixar de usar para ampliar suas oportunidades é a Internet.
O uso de um bom site de recolocação profissional, em alguns casos, é a melhor ferramenta para o sucesso profissional. Está comprovado que é o melhor método de “cruzar” as informações e dados dos candidatos e das empresas que estão selecionando.
Na hora da entrevista mostre os seus resultados atingidos e valorize o trabalho em equipe. Um erro comum cometido por profissionais nas entrevistas é falar mais dos resultados da empresa do que de seu próprio desempenho. O que importa são as realizações do profissional, e não da empresa. Afinal, os executivos esperam resultados e isso que deve ser mostrado em um processo de seleção.
Também é fundamental saber reconhecer o trabalho da equipe. Sempre se deve citar a participação de seus funcionários na descrição de um projeto. Isso indica humildade e espírito de equipe, além de mostrar que o executivo é um bom líder.
A pessoa que perdeu o emprego em uma reestruturação não fica desvalorizada. As condições de contratação vão depender da pressa da empresa em contratar. Se o preenchimento da vaga exigir certa urgência, é até melhor procurar alguém com total disponibilidade para começar a trabalhar.
A recolocação profissional em suma, pode ocorrer por diversas relações sujeito – ambiente:
  • Candidato – Indicação
  • Candidato – Organização
  • Candidato – Agências de emprego
  • Candidato – Sites de empresas
  • Candidato – Empresas de recolocação
  • Candidato – Organizações sem fins lucrativos
  • Candidato – Cooperativas
  • Candidato – Trabalho Informal
  • Candidato – Agente de Integração
  • Candidato – Núcleo de Estágios da escola / Universidade

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Kit de Emergência Para Quem Acaba de Ser Demitido

Kit de Emergência Para Quem Acaba de Ser Demitido

Aconteceu: você não faz mais parte da empresa. Anunciada ou inesperada, a demissão marca o fim de uma relação que, boa ou ruim, trazia benefícios: salário, familiaridade, propósito, status.

Essa mudança traz consigo todo um mar de fatores urgentes com os quais se tem que lidar imediatamente, e no qual frequentemente as pessoas se afogam. Veja aqui o que fazer para que isso não aconteça, e para aumentar as suas chances de dar a volta por cima:

Mantenha a dignidade.

O choque dos primeiros momentos da demissão pode fazer com que uma pessoa tenha reações diversas, que vão desde a súplica até o arremesso de objetos aleatórios.
Lembre-se da palavra chave: REPUTAÇÃO. Você só tem uma, e ela é construída a cada instante, especialmente nos momentos de pressão. Portanto, como você reage no momento da demissão vai definir como você é visto pelo mercado. Já imaginou ser conhecido como aquela pessoa que gritou “Fo**-se! Vocês não valem nada,” rasgou a roupa e saiu correndo pelada pelos corredores?
Procure entender os motivos por trás da demissão, para obter um feedback que você posa usar mais tarde, mas não estenda essa conversa. Por hora, a decisão está tomada. Recolha as suas coisas e vá cuidar de você.

Prepare-se: montanha russa de emoções!

Permita-se 24 horas (e não mais do que isto) para o impacto sucessivo de emoções sortidas que são normais em momentos assim:
  • Raiva: o sentido de injustiça, e a crítica a como as coisas vinham sendo conduzidas (“Esse bando de incompetentes não sabe o que está fazendo! Eles vão afundar a empresa, quer ver só?”)
  • Frustração: a sensação de que você não conseguiu transmitir a sua mensagem dentro da empresa (“Eles não estão vendo o que eu estou vendo. Eles não conseguiram entender o meu ponto de vista. Será que há alguma outra coisa a fazer?”)
  • Culpa: a vontade de dar um CTRL-Z, desfazendo uma situação crítica específica do qual você tenha sido protagonista (“Eu não acredito que eu fiz aquilo! Onde eu estava com a cabeça? E se eu tivesse feito as coisas de outra forma?”)
  • Amizadezinha: querer ser todo amiguinho de quem te demitiu, compreendendo seu ponto de vista e ajudando-o em tudo o que ele precisar. Trata-se de uma forma velada de barganha (“Se ele ver como eu sou legal, perceberá seu erro e me contratará de volta.”)
  • Medo: da perda de salário e de chão (“E agora, o que é que eu vou fazer da vida? Como vou pagar as contas?”)
  • Vergonha: querer esconder a sua demissão (“O que os outros vão pensar? Melhor eu não mudar meu status no Linkedin, senão vão achar que estou desesperado.”)
  • Anestesia: olhar o vácuo sem pensar em nada dá um alívio temporário à angústia da situação. É interessante para deixar os seus motores esfriarem um pouco, mas há de se tomar cuidado para que isso não vire uma espiral depressiva.
  • Alívio: agarre-se a esta emoção. Ela traz a clareza da realidade amarga que se estava vivenciando e da qual você se livrou, e permite que você vislumbre todas as possibilidades em seu horizonte. É a emoção mais produtiva neste momento.

Reveja suas finanças

É chatinho, mas imperativo: faça uma análise completa e minuciosa dos seus gastos atuais, das suas economias e do quanto você espera receber na rescisão do contrato. Coloque tudo em uma planilha de fluxo de caixa com projeção para pelo menos um ano. Há diversos modelos disponíveis na internet. Isto é vital porque te dará a medida da urgência que você tem para encontrar um trabalho novo, para reduzir gastos, para priorizar as suas ações. Esqueça, neste momento, aquilo que você merece – férias, comprinhas, baladas – e concentre-se naquilo que você precisa para sobreviver. Se necessário, contrate um consultor financeiro.

Organize suas idéias e seu propósito

A tendência é sair atirando para todos os lados. Evite isto, pois transmite ao mercado a imagem de uma pessoa desesperada e sem foco, o que, convenhamos, não é atraente para ninguém. Aproveite: este é o momento perfeito para você rever os seus objetivos de carreira e de vida, fazendo um levantamento dos seus pontos fortes, das suas fraquezas, daquilo que você pode fazer para melhorá-las, e principalmente de onde quer chegar a partir disso. Em outras palavras, esta é a oportunidade para você dar uma virada na sua vida. Há serviços de coaching e deorientação personalizada que podem ajudá-lo, e muito, neste momento tão especial.

Parta para o ataque

Uma vez que você tenha feito uma revisão dos seus talentos e objetivos, é chegada a hora de abordar o mercado. Para tanto:
  1. Atualize seu currículo. Ele é a sua propaganda perante o mercado. Reformule-o, tornando-o mais atraente para recrutadores. Capriche. Se quiser, peça ajuda para que ele fique da melhor forma possível.
  2. Redes sociais. Atualize Linkedin, Facebook, Twitter e afins. Faça uma faxina geral. Já era importantíssimo você tomar cuidado com as fotos que são postadas de você e com as frases de efeito que, naquela hora, pareciam engraçadas, mas que agora podem depor contra você aos olhos de um recrutador. Reveja tudo isso, levando em conta a imagem que você precisa projetar. Se necessário, peça para os amigos apagarem aquela sua foto com um poste em uma mão, uma garrafa suspeita na outra, e um fio de baba no canto da boca. Foi divertido, mas só vai te atrapalhar agora.
  3. Sites. Há vários sites excelentes para busca de empregos. Aproveite-os, tendo a paciência de preencher todos os requisitos da melhor forma possível. Evite sites que cobram dinheiro pelo cadastro e a busca de vagas no seu banco de dados. Essa é uma prática comum mas muito mal vista no mercado.
  4. Headhunters. Se puder, reúna-se com um headhunter que tenha conhecimentos específicos do mercado em que você atua. Estes profissionais costumam ter acesso a vagas que não são publicadas, personalizando o processo de seleção – o que é vantagem para o candidato e para a empresa.
  5. Empresas. Faça uma lista das suas empresas dos sonhos. Por que elas são tão legais assim? O que você pode oferecer a elas? Verifique no site dessas empresas se há alguma vaga disponível. Cadastre-se. Descubra se você conhece alguém nessas empresas.
  6. Network. De longe, esta é a ferramenta mais poderosa para encontrar um emprego novo. Reestabeleça contato com as pessoas que você conhece, e fale a elas sobre sua busca. Peça ajuda, e ela virá. Lembre-se:
    • email personalizado é melhor que email genérico;
    • telefonema é melhor que email personalizado;
    • encontro pessoal – café, almoço – é melhor que telefonema.
  7. Considere novas opções. E se, em vez de você procurar outra empresa, você construísse o seu próprio emprego, explorando um nicho novo? É um caminho tortuoso e arriscado, que requer pesquisa, organização e empenho, mas onde você tem a possibilidade de finalmente fazer aquele trabalho com o qual você sempre sonhou, e ganhando bem para isso. Já imaginou?
Uma última #DicaDourada:
Dê-se conta que a ação é muito melhor que a paralização. Lembre-se de avaliar periodicamente o seu progresso, o que lhe ajudará a perceber que você é um ser capaz de fazer as coisas, o que dará muito mais confiança e gás para fazê-las do que ficar parado, agonizando. Mãos à obra!
Retirada de: https://www.linkedin.com/pulse/kit-de-emerg%C3%AAncia-para-quem-acaba-ser-demitido-maria-clara-whitaker

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

6 erros que matam um currículo em vídeo



câmera de vídeo e microfone


São Paulo - Realidade nos Estados Unidos, o currículo em vídeo engatinha no Brasil. “Ainda é algo novo e muita gente desconhece a ferramenta”, diz Thirza Sifuentes, coach da Homero Reis Consultores.
De acordo com ela, as empresas brasileiras que já recebem esta modalidade de currículo são, em geral, voltadas para indústria criativa. “Vejo que aqui no Brasil é setorizado, são empresas de publicidade e propaganda e aquelas que têm ainovação como característica do negócio”, explica.
A previsão dos especialistas é que o currículo em vídeo ganhe força nos próximos anos. “No futuro, a tendência é cada um contar a sua história por vídeo”, diz Gilberto Guimarães, professor da BSP – Business School São Paulo.
Mas para ter sucesso e agregar valor a sua apresentação ao mercado utilizando recursos multimídia, alguns cuidados são essenciais. Justamente por ser uma novidade no mercado brasileiro, quem aposta no currículo em vídeo corre o risco de cometer erros graves e colocar tudo a perder, de acordo com especialistas consultados. Confira os equívocos matam um currículo em vídeo:
1 Ler o currículo em frente à câmera
“Ler o que está escrito no currículo em papel, falando as data e cargos ocupados, fica péssimo”, diz Guimarães. Transpor as informações impressas no currículo em papel para vídeo é uma das piores coisas que um candidato pode fazer.
 “O objetivo do vídeo é engrandecer a sua apresentação mostrando no que é competente e deixar também transparecer traços da personalidade, trazendo dados criativos e até um pouco de humor, resguardando o aspecto profissional”, diz Thirza. Deixe datas e descrição dos cargos para o documento em papel.
2 Fazer um vídeo longo
Os especialistas citam o tempo como um aspecto importante a que os candidatos devem prestar atenção. “Deve ter um minuto, no máximo 2, mas isso só se for extremante necessário falar mais tempo”, diz Thirza.
“O currículo é como uma propaganda. Na televisão é possível, em um anúncio de produto, transmitir um monte de informações em 30 segundos”, lembra o professor da BSP.
Os candidatos - propõe Thirza - devem ter em mente que o currículo em vídeo é como um trailer do filme da sua história. “A ideia é que seja um teaser pessoal, que ressalte as partes incríveis do filme da sua história que é, na verdade é o seu currículo”, diz.
Ou seja, um bom currículo em vídeo tem que estimular o recrutador a querer saber mais sobre você, ler o seu currículo impresso, e chamá-lo para uma entrevista de emprego.
3 Não atentar para qualidade técnica da gravação
A falta de qualidade técnica pode transformar o vídeo em motivo de piada. Problemas na luz, na captação do som e da imagem e erros de edição são matadores. “O ideal é que a pessoa efetivamente conheça as ferramentas para que a edição de qualidade mostre o profissionalismo”, explica Thirza.
Para não correr este risco, quem não está familiarizado com plataformas de vídeo deve procurar uma pessoa que possa ajudá-lo. “É buscar alguém que garanta que esse vídeo vai cumprir o seu propósito”, recomenda a coach.
Guimarães ressalta que o candidato deve seguir um roteiro na hora de encarar a câmera. “Tem que ser objetivo , do contrário, fica tudo muito confuso”, diz o professor. O tom de voz e a postura também podem fazer com que a pessoa ganhe ou perca pontos. “Uma voz mais grave dá mais credibilidade, é preciso fazer a impostação da voz, sem deixar que fique forçado”, recomenda.
4 Vocabulário e postura corporal inadequados
Se um tropeço no idioma é grave no currículo impresso, no vídeo não é diferente. Clareza e fluência na comunicação são aspectos que ficam explícitos em frente à câmera.
“A linguagem verbal e a corporal são muito importantes”, diz Thirza. Gesticular muito ou ficar totalmente parado são dois extremos que também podem prejudicar o candidato.
5 Vestimenta inadequada
A roupa usada também pede atenção. Para não errar, escolha se vestir como se estivesse indo a uma entrevista de emprego na empresa. “A formalidade depende do cargo e da empresa e o candidato deve estar atento a isso”, recomenda Thirza. 
6 Fazer um vídeo para uma empresa que não se interessa por esta modalidade
Apostar em um currículo em vídeo e enviar para uma empresa mais tradicional e que não está interessada neste tipo de plataforma é muita atitude arriscada e pode até depor contra o candidato, segundo a coach Thirza Sifuentes.
“Empresas mais tradicionais e formais podem não receber bem, esta é um abordagem valorizada por empresas mais modernas na maneira de gerir”, destaca a especialista.
Retirado de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/6-erros-que-matam-um-curriculo-em-video

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Precisa de vídeo-currículo? Veja 10 dicas para preparar um



 Especialistas dizem que o vídeo-currículo
não substitui o currículo tradicional e a
  entrevista pessoal, mas sim serve como
 mais uma ferramenta no processo de seleção
Foto: Shutterstock

Comum nos Estados Unidos, o vídeo-currículo ainda engatinha nos processos de 
seleção no Brasil. A modalidade, no entanto, já tem sido utilizada no País em áreas
de trabalho que requerem profissionais criativos, como comunicação, em seleção
de vagas para jovens, como trainees, e em seleção de empresas ligadas ao setor 
de tecnologia, de acordo com especialistas em recrutamento.
O objetivo do vídeo-currículo é mostrar ao recrutador quem é o candidato de uma 
maneira mais clara do que o descrito no papel. “O vídeo é como um trailer de quem 
é o candidato”, diz Erica Isomura, especialista em Recursos Humanos (RH) do site 
de recrutamento Vagas. “O principal ganho para o recrutador é ter na sua frente algo
menos frio do que um papel.”
Essa modalidade de currículo não tem o objetivo de substituir outras etapas do 
processo de seleção – como o currículo tradicional e a entrevista. “O currículo em 
vídeo tende a ser, ao longo do tempo, uma ferramenta importante antes de decidir 
qual candidato convidar para uma etapa presencial [de seleção] ou até mesmo um 
complemento na análise do perfil do profissional”, afirma Roberto Cunha, diretor-executivo 
da Hiring, consultoria especializada em recrutamento e seleção de pessoas.
Cunha explica que em mercados como os Estados Unidos o vídeo-currículo tem o 
papel de aumentar a produtividade da empresa, diminuindo o tempo gasto num 
processo seletivo, e reduzir os custos com a seleção evitando viagens desnecessárias 
ou até mesmo contato com candidatos que não tenham o perfil desejado pela 
empresa.
Dependendo da área de trabalho, apresentar um vídeo-currículo pode ser um diferencial 
para o selecionador. “É uma grande tendência e pode ser considerado um diferencial 
muito interessante para o profissional que quer se destacar de forma criativa, mas 
ainda alinhada com os padrões do mercado de trabalho”, diz Angélica Nogueira, 
gerente de RH da Catho.
Confira dicas dos especialistas do Vagas, da Hiring e da Catho para ter um bom 
desempenho em frente à câmera:
Pesquisa
Já sabe o que vai dizer no vídeo, onde vai gravar e o que vestir? Tudo isso deve
Aparecer em frente à câmera lendo um papel está descartado. O candidato precisa
Especialistas recomendam que o vídeo não tenha mais do que dois minutos. O ideal
Antes de sair vestindo terno e gravata é bom conhecer a empresa a qual está
Tenha cuidado com os aparelhos utilizados para filmagem. Verifique se a câmera
O ambiente de gravação deve ser bem iluminado, silencioso e organizado.
Lembre-se de que a linguagem não verbal também transmite sinais sobre quem você
Para quem se sentir incomodado em gravar um vídeo, especialistas recomendam
                                                                                                                    Vale a pena fazer um vídeo-currículo mesmo se a empresa não pedir?
Um currículo com erros de gramática já é ruim. Um vídeo-currículo com o 

ser decidido após fazer uma ampla pesquisa sobre a empresa. O candidato deve 
conhecer o mercado de atuação dela e os seus concorrentes, bem como o momento
atual da companhia.
Texto
instigar o selecionador a querer conhecê-lo. Uma dica é escrever um roteiro e se 
fazer as seguintes perguntas: “O que quero passar para o selecionador?” e “o que 
eu posso contar?”. Basicamente, o objetivo é instigar o selecionador a conhecê-lo.
Duração
é que tenha cerca de um minuto. E fique atento: os segundo iniciais precisam ser 
interessantes, para que o recrutador mantenha a atenção ao vídeo.
Vestimenta
concorrendo a uma vaga. O traje não pode fugir do contexto da empresa. Quando 
se decide fazer um vídeo-currículo, se quer passar um pouco de sua própria 
identidade. Portanto, não disfarce.
Tecnologia
(ou webcam) está funcionando direito e se a captação de áudio do microfone está 
adequada. Portanto, não deixe para a última hora e correr o risco de algo não 
funcionar como deveria.
Ambiente
Certifique-se de que não haja distrações ao redor. O candidato precisa ser o centro 
das atenções.
Postura
é. Portanto, a postura em frente à câmera deve ser de confiança, sem se deixar 
intimidar pelo objeto, e com um tom de voz adequado.
Dificuldade com a câmera
que o candidato deve ter clareza sobre o que quer passar ao selecionador. Não 
tenha receio de treinar na frente do espelho e repetir até ficar bom. Se gravou e o 
vídeo não ficou bom, grave de novo. Treine o que vai dizer até que realmente se 
torne espontâneo.
É bom ir com calma. Uma empresa muito tradicional pode não gostar da iniciativa. 
Primeiramente, o vídeo precisa ser bem feito para não ter um efeito contrário ao 
desejado. Sobretudo, o candidato deve entender se a empresa está aberta a essa 
modalidade. Nunca é tarde lembrar que esse tipo de currículo ainda busca o seu 
espaço no Brasil.
Erros que podem custar uma vaga
candidato falando de maneira errada pode ser pior. Expressões confusas também 
podem custar caro. A comunicação no vídeo deve ser precisa. Também é bom não 
aparecer nervoso ou usar frases prontas. E tenha cuidado com a postura corporal 
e a qualidade da gravação.
Retirado de: http://economia.terra.com.br/precisa-de-video-curriculo-veja-10-dicas-
para-preparar-um,94eb30a838f57410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html