quarta-feira, 17 de junho de 2015

Quanto valem no Brasil os diplomas mais valorizados dos EUA

Salários em alta

Lá e cá

São Paulo – Os mais altos salários iniciais para universitários nos Estados Unidos estão na área de engenharia e de ciências da computação. É o que mostra levantamento realizado pelo PayScale.
Mas será que no Brasil os mesmos diplomas também rendem bons salários? Confira a comparação entre o que se paga nos Estados Unidos e a média de remuneração no Brasil, com base nos dados do Salariômetro, ferramenta da Fipe que mede os salários médios de admissão a partir das contratações feitas nos últimos seis meses: 

1. Engenharia de petróleo

Salário inicial nos EUA : 102.300 dólares por ano. (8.525 dólares por mês)
Salário para profissionais com mais de 10 anos de experiência no EUA: 176.300 dólares por ano (14. 691 dólares por mês)
Salário mensal médio de admissão no Brasil para engenheiros químicos especializados em derivados de petróleo: 8.918 reais. 

2. Engenharia química

Salário inicial nos EUA: 69.600 dólares por ano. (5.800 dólares por mês)
Salário para profissionais com mais de 10 anos de experiência no EUA: 116.700 dólares por ano. (9.725 dólares por mês)
Salário mensal médio de admissão no Brasil para engenheiro químico em geral: 6.609 reais. 

3. Engenharia de computação

Salário inicial nos EUA: 67.300. (5.608 dólares por mês)
Salário para profissionais com mais de 10 anos de experiência no EUA: 108.600 dólares (9.050 dólares por mês)
Salário mensal médio de admissão no Brasil para engenheiro de sistemas operacionais em computação: 5.164 reais. 

4. Engenharia nuclear

Salário inicial nos EUA: 67.000 por ano. (5.583 dólares por mês)
Salário para profissionais com mais de 10 anos de experiência nos EUA: 118.800 dólares. (9.900 dólares por mês)
Salário mensal médio de admissão no Brasil para engenheiro mecânico nuclear: 16.155 reais

5. Ciência da computação

Salário inicial nos EUA: 66.700 dólares por ano (5.558 dólares por mês)
Salário para profissionais com mais de 10 anos de experiência: 112.600 dólares por ano. (9383 dólares por mês)
Salário mensal médio de admissão no Brasil para pesquisador em ciências da computação e informática: 5.068 reais.

6. Engenharia elétrica voltada para computação

Salário inicial nos EUA: 66.500 dólares por ano (5.541 dólares por mês)
Salário para profissionais com mais de 10 anos de experiência: 113.000 dólares por ano (9.416 dólares por mês)
Salário mensal médio de admissão no Brasil para engenheiro eletricista: 6.591 reais.
Salário mensal médio de admissão no Brasil para engenheiro de projetos eletrônicos: 6.996 reais 

7. Engenharia elétrica

Salário inicial nos EUA: 65.900 dólares por ano (5.491 dólares por mês)
Salário para profissionais com mais de 10 anos de experiência: 107.900 dólares por ano. (8.991 dólares por mês)
Salário mensal médio de admissão no Brasil para engenheiro eletricista: 6.591 reais. 

8. Engenharia aeroespacial

Salário inicial nos EUA: 64.700 dólares por ano (5.391 dólares por mês)
Salário para profissionais com mais de 10 de anos de experiência: 107.900 dólares por mês. (8.991 dólares por mês
Salário mensal médio de admissão no Brasil para engenheiro aeronáutico: 6.826 reais

9. Engenharia de telecomunicações

Salário inicial nos EUA: 64.100 dólares por ano (5.341 dólares por mês)
Salário para profissionais com mais de 10 anos de experiência: 113.200 dólares por ano. (9433 dólares por mês)
Salário mensal médio de admissão no Brasil para engenheiro de projetos de telecomunicações: 6.674 reais.

10. Engenharia de materiais

Salário inicial nos EUA: 64.000 dólares por ano. (5.333 dólares por mês)
Salário para profissionais com mais de 10 anos de experiência: 105.100 dólares por ano. (8.758 dólares por mês)
Salário mensal médio de admissão no Brasil para engenheiro de materiais: 7.333 reais
Retirado de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/10-diplomas-valorizados-nos-eua-e-quanto-eles-valem-por-aqui#11

quarta-feira, 10 de junho de 2015

As melhores empresas para trabalhar, segundo o LinkedIn

Mais felicidade no escritório

Os empregadores que todos querem

São Paulo - O LinkedIn divulgou recentemente a versão de 2014 do estudo "Most InDemand Employers", uma lista dos 100 empregadores mais desejados por profissionais de todo o mundo.
ranking global foi elaborado com base na análise de mais de 10 bilhões de dados trocados entre usuários e empresas na rede social. Para o cálculo, foram considerados números como visualizações da página oficial da empresa, visitas ao perfil de seus funcionários e soma dos seguidores da companhia. 
Veja a lista completa:

1. Google

Número de funcionários no LinkedIn: 50 mil
Escritório principal: Mountain View (Estados Unidos)

2. Apple

Número de funcionários no LinkedIn: 83 mil
Escritório principal: Cupertino (Estados Unidos)

3. Unilever

Número de funcionários no LinkedIn: 60 mil
Escritório principal: Londres (Reino Unido)

4. Microsoft

Número de funcionários no LinkedIn: 113 mil
Escritório principal: Redmond (Estados Unidos)

5. Facebook

Número de funcionários no LinkedIn: 7 mil
Escritório principal: Palo Alto (Estados Unidos)

6. Amazon

Número de funcionários no LinkedIn: 50 mil
Escritório principal: Seattle (Estados Unidos)

7. P&G

Número de funcionários no LinkedIn: 66 mil
Escritório principal: Cincinnati (Estados Unidos)

8. GE

Número de funcionários no LinkedIn: 56 mil
Escritório principal: Fairfield (Estados Unidos)

9. Nestlé

Número de funcionários no LinkedIn: 68 mil
Escritório principal: Vevey (Suíça)

10. PepsiCo

Número de funcionários no LinkedIn: 71 mil
Escritório principal: Purchase (Estados Unidos)

11. Johnson & Johnson

Número de funcionários no LinkedIn: 52 mil
Escritório principal: New Brunswick (Estados Unidos)

12. Shell

Número de funcionários no LinkedIn: 77 mil
Escritório principal: Haia (Holanda)

13. McKinsey & Company

Número de funcionários no LinkedIn: 20 mil
Escritório principal: Nova York (Estados Unidos)

14. The Walt Disney Company

Número de funcionários no LinkedIn: 25 mil
Escritório principal: Burbank (Estados Unidos)

15. BP

Número de funcionários no LinkedIn: 60 mil
Escritório principal: Londres (Reino Unido)

16. Nike

Número de funcionários no LinkedIn: 24 mil
Escritório principal: Beaverton (Estados Unidos)

17. Pfizer

Número de funcionários no LinkedIn: 71 mil
Escritório principal: Nova York (Estados Unidos)

18. The Coca-Cola Company

Número de funcionários no LinkedIn: 48 mil
Escritório principal: Atlanta (Estados Unidos)

19. Salesforce

Número de funcionários no LinkedIn: 12 mil
Escritório principal: San Francisco (Estados Unidos)

20. Chevron

Número de funcionários no LinkedIn: 46 mil
Escritório principal: San Ramon (Estados Unidos)

21. Novartis

Número de funcionários no LinkedIn: 50 mil
Escritório principal: Basileia (Suíça)

22. L'Oréal

Número de funcionários no LinkedIn: 35 mil
Escritório principal: Paris (França)

23. Twitter

Número de funcionários no LinkedIn: 3 mil
Escritório principal: San Francisco (Estados Unidos)

24. Boston Consulting Group

Número de funcionários no LinkedIn: 11 mil
Escritório principal: Boston (Estados Unidos)

25. Ogilvy&Mather

Número de funcionários no LinkedIn: 7 mil
Escritório principal: Nova York (Estados Unidos)

26. Danone

Número de funcionários no LinkedIn: 17 mil
Escritório principal: Paris (França)

27. Yahoo!

Número de funcionários no LinkedIn: 12 mil
Escritório principal: Sunnyvale (Estados Unidos)

28. Bayer

Número de funcionários no LinkedIn: 15 mil
Escritório principal: Leverkusen (Alemanha)

29. VMware

Número de funcionários no LinkedIn: 14 mil
Escritório principal: Palo Alto (Estados Unidos)

30. Uber

Número de funcionários no LinkedIn: 2 mil
Escritório principal: San Francisco (Estados Unidos)
Retirado de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/as-melhores-empresas-para-trabalhar-segundo-o-linkedin#32

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Os chavões preferidos dos brasileiros em perfis do LinkedIn

Linkedin

São Paulo – Os brasileiros continuam focados em descrever funções e atribuições no currículo, ao invés de apontar os resultados profissionais alcançados ao longo da carreira.
Isso explica por que a palavra mais usada nos perfis do LinkedIn é responsável, segundo levantamento divulgado pela rede profissional nesta semana, na opinião de Fernanda Brunsizian, gerente de comunicação da empresa.
Os termos estratégico e criativo aparecem em segundo e terceiro lugares, respectivamente,na predileção dos brasileiros. E se o seu perfil reúne estas e outras palavras da lista, pode estar na hora de rever a maneira como se apresenta para conseguir se destacar da multidão.
De acordo com a gerente do LinkedIn, o ideal é mostrar que você fez a diferença nos lugares em que trabalhou. Assim, traduzir em números os resultados alcançados em determinado projeto pode ser bem mais efetivo do que simplesmente usar a expressão sólida experiência, outro clichê na rede social profissional.
Confira as 10 palavras mais usadas:
1. Responsável
2. Estratégico
3. Criativo
4. Sólida experiência
5. Extensa experiência
6. Experiência internacional
7. Especializado
8. Planejamento estratégico
9. Apaixonado
10. Motivado
Retirado de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-chavoes-preferidos-dos-brasileiros-no-perfil-do-linkedin

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Quando e por que recorrer ao coaching?

sessão de coaching

São Paulo - Uma nova vaga na gerência será aberta na firma e você não sabe o que fazer para se destacar e conquistar a promoção. Enquanto isso, um grande projeto precisa gerar bons resultados sob sua responsabilidade na companhia. Você também percebeu que precisa desenvolver novas habilidades, já que gostaria de ser um gestor e ainda não sabe coordenar uma equipe.
Em algum momento da carreira você ficará diante de pelo menos um dos cenários citados acima. E é por motivos bem parecidos com esses que muitos profissionais recorrem ao coaching.
O processo de coaching consiste em explorar as competências do profissional para que ele alcance um determinado resultado e desenvolva suas capacidades para resolver problemas.
E quem pensava que esse tipo de orientação é indicado apenas para altos níveis de cargos corporativos está muito enganado: desde adolescentes e jovens em formação até gestores e empreendedores podem se tornar coachees. Até mesmo algumas seleções da Copa do Mundo tiveram orientação para obter melhor desempenho durante as partidas.
Mas, será que vale mesmo a pena investir em um programa de coaching? Para te ajudar nessa decisão, a business coach Dirlene Costa – que já trabalhou em ambiente corporativo – explica a INFO como esse processo pode ajudar o profissional e dá exemplos sobre quais situações em que esse tipo de orientação é mais recomendado. Confira a entrevista:
Como é o trabalho de um coach?
O coaching é um programa para quem quer fazer um plano de carreira. O trabalho de um coach basicamente leva a pessoa do ponto A para o ponto B.
No processo de coaching nós analisamos aonde esse profissional quer chegar e trabalhamos com ele para avaliar seus valores, competências e habilidades.
Nossa intenção é fazer com que a pessoa passe a enxergar cada desafio como uma oportunidade e transforme problemas em soluções. Para isso, nós a ajudamos a potencializar seu talento, lapidando suas fraquezas e ampliando sua visão estratégica.
Quais as técnicas utilizadas por um coach para orientar profissionais?
Um profissional de coach usa técnicas e ferramentas já testadas e certificadas por institutos internacionais de coaching. Elas vão desde a parte comportamental até formações específicas para o executivo.
Além dessas ferramentas, um coach precisa conhecer muito o mercado corporativo.
Algo que faz com que eu ajude melhor os meus clientes é o fato de eu também ter vivenciado essa experiência durante muitos anos. Com isso, nós podemos ajudar o profissional a encurtar caminhos em sua trajetória.
O coaching é um trabalho em quatro mãos. Nós não paramos apenas para ouvir o coachee. Nós passamos tarefas em todas as sessões, aplicamos as técnicas necessárias para aquele resultado e sempre fazemos muitas perguntas.
Afinal, nós partimos do princípio que as respostas estão dentro de cada um. A gente motiva o cliente a criar soluções e respostas. Aí sim ele aprende e passa a agir diferente.
Qual o perfil do profissional que contrata um coach?
A grande maioria das pessoas que procuram um coach são funcionários corporativos. Geralmente esses profissionais sabem onde querem chegar, mas não têm foco e disciplina para alcançar um objetivo.
Uma pessoa que consulta um coach quer ir além de onde ela está. São profissionais mais ambiciosos, que não se acomodam em suas posições, e buscam uma trajetória mais bem sucedida. Mas também há programas de coaching para microempreendedores e executivos de alto nível.
Quais motivos levam o profissional a recorrer ao coaching?
O profissional recorre ao coach quando ele percebe que algo não está saindo como ele quer ou quando ele se sente perdido em um determinado momento da carreira. Geralmente ele quer melhorar seus resultados, sua equipe, e ser reconhecido na companhia para conquistar uma promoção.
Para você, qual seria a maior necessidade de um profissional de tecnologia ao contratar um orientador?
O profissional de TI é muito voltado para o técnico, e o mundo corporativo não quer apenas um funcionário com habilidades técnicas, ele também quer habilidades comportamentais. O que eu vivenciei muito quando fui executiva é que existiam muitos excelentes técnicos analistas, porém, ao serem promovidos para um cargo de gestão eles não davam conta de gerenciar uma equipe.
Isso mostra que ter boa técnica não significa ser um bom gestor ou saber lidar com pessoas e, talvez, trabalhar a parte comportamental seja uma das maiores necessidades desse tipo de profissional.
Quais os resultados mais alcançados nesses processos?
Depois de passar por um processo de coaching, o profissional consegue melhorar seu relacionamento com o trabalho. Ele passa a gerenciar melhor sua equipe e alcança bons resultados. Além de promoções de cargo, ele ainda obtém benefícios pessoais, como controle de estresse, melhor gestão do tempo e até perda de peso. Muitos profissionais até voltam a praticar esportes, pois passam a gerir suas rotinas de forma mais organizada.
As empresas valorizam quem tenha passado por um coaching?
Uma empresa que tenha um RH e uma liderança mais atuantes irá perceber diferencial em uma pessoa que passou pelo processo de coach. Inclusive, há casos em que a companhia contrata programas de coaching para treinar uma equipe e melhorar resultados.
Qual o momento certo para contratar um coach?
A pessoa consulta o coach de acordo com o momento em que ela está na vida. Há vários tipos de coaching para diferentes objetivos, como os especialistas em carreira de estudantes que ajudam o jovem a escolher uma carreira de acordo com o seu perfil.
A orientação deve fazer sentido para a vida do profissional. Depende do objetivo que se quer atingir. Quando contratei uma coach quatro anos atrás, tinha uma meta na carreira de executiva.
Depois, quando fui fazer minha transição de carreira, contratei novamente um orientador, pois se tratava de uma nova dinâmica que estava na minha vida e eu precisava de habilidades diferentes das que eu tinha desenvolvido antes.
Como um profissional avalia se é hora de contratar um coach?
Antes de tudo é preciso avaliar o custo de oportunidades. Às vezes a pessoa deixa de investir em algo para economizar, mas acaba gastando muito mais tempo e energia para alcançar um resultado que poderia ser conquistado em um tempo bem menor.
Então, ao invés de analisar o dinheiro que será gasto, o profissional deve avaliar o que ele está deixando de ganhar quando não passa por um processo de coaching.
Para saber se é realmente de coaching que o profissional precisa, aconselho que ele faça uma primeira entrevista com um coach. Antes mesmo da contratação do programa, a pessoa conversa com o orientador, assim ele irá saber se as necessidades do cliente estão alinhadas com as soluções que um coach pode trazer.
Retidado de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/quando-e-por-que-recorrer-ao-coaching

quarta-feira, 20 de maio de 2015

7 filmes obrigatórios para quem trabalha com contabilidade

contabilidade

Filmes interessantes para contadores

São Paulo – Você pode até não ter percebido, mas contadores são personagens cruciais na trama de grandes clássicos do cinema. É o caso de "Os Intocáveis", do diretor de Brian De Palma, e de "Um sonho de Liberdade", de Frank Darabont.
Os dois filmes são parte da lista de indicações de Marta Pelúcio, professora dos cursos de MBA da FIPECAFI (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) que pertence à FEA - USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo).
Confira, estes e outros títulos que são obrigatórios para profissionais da área de contabilidade:

Um Sonho de Liberdade

“O filme mostra o poder da contabilidade e do contador tanto para coisas boas quanto ruins. Um detento (contador) consegue conquistar a confiança das autoridades do presídio fazendo declaração de IR e controlando as contas pessoais deles”, diz a professora Marta Pelúcio da FIPECAFI.
Segundo ela, a importância da profissão é destacada no filme que mostra a necessidade de controle das contas que empresas e indivíduos têm.
“No entanto, demonstra que a gestão tem que ter medidas de controle interno para certificar-se que não estará sendo enganada, pois, no filme o detento (contador) com seu poder de controle das contas pessoais das autoridades consegue roubar a todos, ou seja, falta de controle da gestão”, diz Marta.
Ano: 1994
Diretor: Frank Darabont

"Os Intocáveis"

O longa mostra os esforços de um agente federal para prender o gângster Al Capone, durante a Lei Seca nos Estados Unidos.
“O filme revela o poder informativo da contabilidade, pois o Al Capone foi pego por causa dos registros contábeis que existiam. A polícia conseguiu pegá-lo por intermédio do contador.
Ano: 1987
Diretor: Brian De Palma
Duração: 119 min

"Fuga à meia noite"

Neste filme um contador engana toda a máfia. “ A ideia é a mesma de um sonho de liberdade, pois demonstra o poder do contador para coisas ruins”, diz a professora Mata Pelúcio.
Filmes como este, de acordo com ela, são importantes para que os estudantes e profissionais de contabilidade tenham a consciência de fazer as escolhas certas no decorrer da vida profissional.
Diretor: Martin Brest
Ano: 1988
Duração: 127 min

"Trabalho Interno"

“É um documentário importante para qualquer estudante na área de negócios, não somente de contabilidade, mas também de administração e economia”, diz a professora Marta Pelúcio.
Conhecer o funcionamento das instituições financeiras é primordial para estes profissionais. “No mundo atual, tudo gira em torno do sistema bancário”, diz ela.
Diretor: Charles Ferguson
Duração 120 minutos
Ano: 2010

"Wall Street: Poder e Cobiça"

É um título importante para qualquer pessoa da área de negócios, por mostrar a ambição desmedida que pode contaminar ambientes profissionais.
“O filme demonstra o equilíbrio que os estudantes e futuros profissionais devem ter entre a ganância e os valores morais”, diz a professora Marta Pelúcio.
Diretor: Oliver Stone
Duração: 125 minutos
Ano: 1987

"Margin Call - O Dia Antes do Fim"

O longa, que também já foi indicado em lista de filmes para estudantes de economia, é interessante para quem quer entender um pouco mais da crise financeira de 2008 e o papel dos responsáveis em todo o processo. A trama se passa durante as 24 horas que antecederam o início da crise e tem como palco central uma corretora imobiliária.
“Esse filme demonstra a responsabilidade que devem ter gestores e contadores no processo de geração de informações financeiras”, diz a professora Marta Pelúcio. É bom para entender a crise e o papel dos responsáveis em todo esse processo, de acordo com ela.
Diretor: J. C. Chandor
Duração: 109 minutos
Ano: 2011

O Legado de Lutzenberger

O documentário conta a história (pouco divulgada) do ambientalista e cientista. “Gosto de ressaltar aos meus alunos a decisão dele de deixar uma grande multinacional em que atuava por não concordar com o que a empresa fazia e suas consequências para a natureza e para o nosso futuro”, diz Marta.
Ela também destaca outro ponto da trajetória de Lutzenberger: ministro do Meio Ambiente no governo Collor, ele foi demitido após denunciar a corrupção no Ibama.
Outro ponto interessante do legado de Lutzenberger foi a participação dele no governo do Collor e que foi demitido por denunciar a corrupção que havia no Ibama.

Diretor: Frank Coe
Duração: 52 minutos

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Desenvolvimento Humano dentro da Empresa

Certo! O Brasil é, atualmente, um dos grandes exponenciais no que se diz respeito a países em crescente desenvolvimento econômico, sendo que em 2014 seremos a quinta maior economia do mundo. E isso é fato! Pois, inúmeros investimentos Estatais foram injetados na política econômica do país, projetando o Brasil no cenário econômico mundial como referência de bons investimentos, diminuindo o famigerado "risco Brasil".
Ah, sim! Não se pode esquecer também que houve ligeira melhora do nosso país no quadro de posições, do ranking da pesquisa realizada pela ONU, referente ao índice de desenvolvimento humano em 2010. E tudo estaria indo de "vento em popa" senão pelo fato de ficarmos, no ranking da pesquisa de índice de desenvolvimento humano, atrás de países como Argentina, Chile e Caribe, isto é, o Brasil apresenta índices de desenvolvimento humano menor do que média da América Latina, segundo aponta a pesquisa da ONU.
Mas, todos esses dados são capazes de interferir na "vida" da empresa?
Bom, em um primeiro momento e, analisando grosso modo, todas essas informações parecem não refletir na atividade e lucratividade de uma empresa. Ora, resta evidente e certo que desenvolvimento econômico é um processo pelo qual, durante determinado período, aumenta-se a renda real da economia; já o índice de desenvolvimento humano é uma medida que busca classificar os países quanto ao seu grau de desenvolvimento humano, classificando-os de países desenvolvidos ou subdesenvolvidos.
Nesse contexto de análise, o índice de desenvolvimento humano do país pouco importa na "saúde" da empresa, uma vez que a mão-de-obra irá tornar-se mais barata. Logo, produzo mais, pago menores salários e lucro dezenas de vezes mais. É o exemplo claro da China, país que muito em breve será considerado a maior potência econômica mundial. E veja que a mesma possui apenas a 89ª posição no ranking da ONU em relação ao índice de desenvolvimento humano.
E tudo isto, faz por gerar a má distribuição de renda do país. O que não é bom visto que a sua menção de país desenvolvido só se dará com uma boa distribuição de renda, na qual repercute no índice de desenvolvimento humano.
Mas então, o que fazer?
A empresa deve incutir o preceito de responsabilidade ambiental bem como responsabilidade social com a finalidade de sobressair às demais empresas nessa onda crescente de desenvolvimento econômico. Deve ter consciência de que não se pode desvincular o desenvolvimento econômico do desenvolvimento humano, visto que é o desenvolvimento humano o fator fundamental para o crescimento da empresa, o que gerará o crescimento e manutenção da mesma, no atual e competitivo mercado.
Deve haver uma melhoria também na remuneração dos operários, em melhores condições de trabalho...Enfim, uma maior atenção ao desenvolvimento humano dentro da empresa, posto que é a mão-de-obra qualificada e motivada que vai promover a manutenção e destaque da empresa no competitivo mercado. Pode se dizer que não bastará sermos a quinta potência econômica mundial se não buscarmos melhorias no desenvolvimento humano. Afinal, quem serão os futuros consumidores? Se a busca desenfreada pelo lucro a qualquer preço for regra, deixando-se de lado o desenvolvimento humano, não haverá procura pelos produtos fabricados, até porque os supostos consumidores não possuirão renda para a aquisição das mercadorias, fazendo com que o estoque da fábrica permaneça superlotado e sem saída. Momento que se revelará a maior crise já vista.
Marcelly Cristante

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Os cursos com piores salários nos EUA (e quanto valem aqui)

bolso-vazio

Bolso vazio

São Paulo - Bacharelado em educação infantil é o diploma de ensino superiormenos reconhecido financeiramente nos Estados Unidos. O dado está num recente estudo feito pela consultoria PayScale.
salário inicial para a profissão, em média, é de 2.475 dólares mensais. Mesmo depois de 10 anos de carreira, o educador infantil recebe apenas 3.166 dólares.
Você também verá a comparação de cada diploma com os respectivos salários de admissão no Brasil, disponíveis na ferramenta"Salariômetro", da Fipe. No caso das graduações que não existem por aqui, o contraste foi feito com áreas correlatas.

1. Educação infantil

Salário médio inicial nos EUA: 2.475 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 3.166 dólares mensais
Salário médio para professor de nível superior na educação infantil (zero a três anos) no Brasil: 1.375 reais mensais

2. Estudos da família e da infância

Salário médio inicial nos EUA: 2.600 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 3.216 dólares mensais
Salário médio para educador social no Brasil: 1.259 reais mensais

3. Culinária

Salário médio inicial nos EUA: 2.658 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 4.233 dólares mensais
Salário médio para cozinheiro de restaurante no Brasil: 961 reais mensais

4. Desenvolvimento infantil

Salário médio inicial nos EUA: 2.683 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 3.1033 dólares mensais
Salário médio para psicólogo educacional: 1.826 reais mensais

5. Educação infantil e fundamental

Salário médio inicial nos EUA: 2.691 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 3.366 dólares mensais
Salário médio para professor de nível superior na educação infantil (zero a três anos) no Brasil: 1.375 reais mensais
Salário médio para professor de ensino fundamental I no Brasil: 1.429 reais mensais

6. Assistência social

Salário médio inicial nos EUA: 2.733 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 3.883 dólares mensais
Salário médio para assistente social no Brasil: 2.065 reais mensais

7. Educação musical

Salário médio inicial nos EUA: 2.775 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 4.791 dólares mensais
Salário médio para professor de música no ensino superior no Brasil: 2.085 reais mensais

8. Educação fundamental

Salário médio inicial nos EUA: 2.800 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 3.791 dólares mensais
Salário médio para professor de ensino fundamental I no Brasil: 1.429 reais mensais

9. Radiodifusão

Salário médio inicial nos EUA: 2.800 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 5.133 dólares mensais
Salário médio para comunicador de rádio e televisão no Brasil: 1.105 reais mensais

10. Serviços humanos

Salário médio inicial nos EUA: 2.816 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 3.441 dólares mensais
Salário médio para assistente social no Brasil: 2.065 reais mensais

11. Culinária e gestão culinária

Salário médio inicial nos EUA: 2.825 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 4.608 dólares mensais
Salário médio para cozinheiro de restaurante no Brasil: 961 reais mensais

12. Ciências do exercício físico

Salário médio inicial nos EUA: 2.866 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 4.450 dólares mensais
Salário médio para fisioterapeuta no Brasil: 1.896 reais mensais
Salário médio para preparador fisiocorporal no Brasil: 1.327 reais mensais

13. Educação para alunos excepcionais

Salário médio inicial nos EUA: 2.875 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 3.900 dólares mensais
Salário médio para professor especializado em excepcionais no Brasil: 1.248 reais mensais

14. Recreação terapêutica

Salário médio inicial nos EUA: 2.875 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 3.908 dólares mensais
Salário médio para fisioterapeuta esportivo no Brasil: 1.345 reais mensais

15. Estudos bíblicos

Salário médio inicial nos EUA: 2.908 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 4.041 dólares mensais
Salário médio para teólogo no Brasil: 1.791 reais mensais

16. Treinamento atlético

Salário médio inicial nos EUA: 2.916 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 3.825 dólares mensais
Salário médio para treinador esportivo no Brasil: 1.392 reais mensais

17. Ciência animal

Salário médio inicial nos EUA: 2.925 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 4.875 dólares mensais
Salário médio para pesquisador em biologia animal no Brasil: 1.316 reais mensais
Salário médio para veterinário no Brasil: 3.201 reais mensais

18. Estudos paralegais

Salário médio inicial nos EUA: 2.925 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 4.600 dólares mensais
Salário médio para auxiliar jurídico no Brasil: 1.324 reais mensais

19. Horticultura

Salário médio inicial nos EUA: 2.933 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 3.975 dólares mensais
Salário médio para horticultor de legumes no Brasil: 922 reais mensais
Salário médio para inspetor agrícola no Brasil: 2.327 reais mensais

20. Hotelaria e turismo

Salário médio inicial nos EUA: 2.966 dólares mensais
Salário médio nos EUA após 10 anos no mercado: 4.991 dólares mensais
Salário médio para gerente de hotel no Brasil: 2.610 reais mensais
Salário médio para coordenador de turismo no Brasil: 1.287 reais mensais
Retirado de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-cursos-com-piores-salarios-nos-eua-e-quanto-valem-aqui