quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Precisa de vídeo-currículo? Veja 10 dicas para preparar um



 Especialistas dizem que o vídeo-currículo
não substitui o currículo tradicional e a
  entrevista pessoal, mas sim serve como
 mais uma ferramenta no processo de seleção
Foto: Shutterstock

Comum nos Estados Unidos, o vídeo-currículo ainda engatinha nos processos de 
seleção no Brasil. A modalidade, no entanto, já tem sido utilizada no País em áreas
de trabalho que requerem profissionais criativos, como comunicação, em seleção
de vagas para jovens, como trainees, e em seleção de empresas ligadas ao setor 
de tecnologia, de acordo com especialistas em recrutamento.
O objetivo do vídeo-currículo é mostrar ao recrutador quem é o candidato de uma 
maneira mais clara do que o descrito no papel. “O vídeo é como um trailer de quem 
é o candidato”, diz Erica Isomura, especialista em Recursos Humanos (RH) do site 
de recrutamento Vagas. “O principal ganho para o recrutador é ter na sua frente algo
menos frio do que um papel.”
Essa modalidade de currículo não tem o objetivo de substituir outras etapas do 
processo de seleção – como o currículo tradicional e a entrevista. “O currículo em 
vídeo tende a ser, ao longo do tempo, uma ferramenta importante antes de decidir 
qual candidato convidar para uma etapa presencial [de seleção] ou até mesmo um 
complemento na análise do perfil do profissional”, afirma Roberto Cunha, diretor-executivo 
da Hiring, consultoria especializada em recrutamento e seleção de pessoas.
Cunha explica que em mercados como os Estados Unidos o vídeo-currículo tem o 
papel de aumentar a produtividade da empresa, diminuindo o tempo gasto num 
processo seletivo, e reduzir os custos com a seleção evitando viagens desnecessárias 
ou até mesmo contato com candidatos que não tenham o perfil desejado pela 
empresa.
Dependendo da área de trabalho, apresentar um vídeo-currículo pode ser um diferencial 
para o selecionador. “É uma grande tendência e pode ser considerado um diferencial 
muito interessante para o profissional que quer se destacar de forma criativa, mas 
ainda alinhada com os padrões do mercado de trabalho”, diz Angélica Nogueira, 
gerente de RH da Catho.
Confira dicas dos especialistas do Vagas, da Hiring e da Catho para ter um bom 
desempenho em frente à câmera:
Pesquisa
Já sabe o que vai dizer no vídeo, onde vai gravar e o que vestir? Tudo isso deve
Aparecer em frente à câmera lendo um papel está descartado. O candidato precisa
Especialistas recomendam que o vídeo não tenha mais do que dois minutos. O ideal
Antes de sair vestindo terno e gravata é bom conhecer a empresa a qual está
Tenha cuidado com os aparelhos utilizados para filmagem. Verifique se a câmera
O ambiente de gravação deve ser bem iluminado, silencioso e organizado.
Lembre-se de que a linguagem não verbal também transmite sinais sobre quem você
Para quem se sentir incomodado em gravar um vídeo, especialistas recomendam
                                                                                                                    Vale a pena fazer um vídeo-currículo mesmo se a empresa não pedir?
Um currículo com erros de gramática já é ruim. Um vídeo-currículo com o 

ser decidido após fazer uma ampla pesquisa sobre a empresa. O candidato deve 
conhecer o mercado de atuação dela e os seus concorrentes, bem como o momento
atual da companhia.
Texto
instigar o selecionador a querer conhecê-lo. Uma dica é escrever um roteiro e se 
fazer as seguintes perguntas: “O que quero passar para o selecionador?” e “o que 
eu posso contar?”. Basicamente, o objetivo é instigar o selecionador a conhecê-lo.
Duração
é que tenha cerca de um minuto. E fique atento: os segundo iniciais precisam ser 
interessantes, para que o recrutador mantenha a atenção ao vídeo.
Vestimenta
concorrendo a uma vaga. O traje não pode fugir do contexto da empresa. Quando 
se decide fazer um vídeo-currículo, se quer passar um pouco de sua própria 
identidade. Portanto, não disfarce.
Tecnologia
(ou webcam) está funcionando direito e se a captação de áudio do microfone está 
adequada. Portanto, não deixe para a última hora e correr o risco de algo não 
funcionar como deveria.
Ambiente
Certifique-se de que não haja distrações ao redor. O candidato precisa ser o centro 
das atenções.
Postura
é. Portanto, a postura em frente à câmera deve ser de confiança, sem se deixar 
intimidar pelo objeto, e com um tom de voz adequado.
Dificuldade com a câmera
que o candidato deve ter clareza sobre o que quer passar ao selecionador. Não 
tenha receio de treinar na frente do espelho e repetir até ficar bom. Se gravou e o 
vídeo não ficou bom, grave de novo. Treine o que vai dizer até que realmente se 
torne espontâneo.
É bom ir com calma. Uma empresa muito tradicional pode não gostar da iniciativa. 
Primeiramente, o vídeo precisa ser bem feito para não ter um efeito contrário ao 
desejado. Sobretudo, o candidato deve entender se a empresa está aberta a essa 
modalidade. Nunca é tarde lembrar que esse tipo de currículo ainda busca o seu 
espaço no Brasil.
Erros que podem custar uma vaga
candidato falando de maneira errada pode ser pior. Expressões confusas também 
podem custar caro. A comunicação no vídeo deve ser precisa. Também é bom não 
aparecer nervoso ou usar frases prontas. E tenha cuidado com a postura corporal 
e a qualidade da gravação.
Retirado de: http://economia.terra.com.br/precisa-de-video-curriculo-veja-10-dicas-
para-preparar-um,94eb30a838f57410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Os cargos que vão pagar mais em 2015



pagamento de salário
São Paulo - O ano que vem não será de grandes reajustes salariais, uma realidade presente em todos os setores. O baixo crescimento do Brasil, que deve fechar o ano com um PIB de 0,24%, segundo projeção do relatório Focus, do Banco Central, fez com que as empresas retivessem os aumentos de suas equipes.
Como 2015 começará sob a expectativa de ajustes na economia, a tendência é que o cenário da grana permaneça morno. Essa é a conclusão do guia salarial da Robert Half, consultoria de recrutamento de São Paulo que mapeou como será a remuneração no país em 2015.
Apesar de ser um ano sem grandes emoções, 55% dos diretores de recursos humanos ouvidos pela consultoria dizem que haverá aumentos salariais, ainda que modestos. “As empresas não querem se comprometer com ajustes agressivos”, diz Fernando Mantovani, diretor da Robert Half.
Nesse contexto, os empregadores andam bastante desconfiados com currículos de pessoas que ficam menos de dois anos em um emprego. Há, no meio da pasmaceira, carreiras em alta — principalmente em áreas de apoio e controle de custos. Conheça a seguir os cargos que serão os mais valorizados (e vão pagar melhor) assim que o ano novo começar.
Engenharia
Há forte demanda por engenheiros, principalmente nas áreas de serviços, bens de consumo, varejo, telecom, energia, agronegócio e bens de capital.
Carreiras mais quentes: As empresas precisam reduzir custos e trabalhar com estruturas mais enxutas, por isso as áreas de planejamento, melhoria contínua e produtividade estão em alta. “A logística passa a ser vista como uma área estratégica para diminuir gastos e aumentar a eficiência”, diz Daniela Ribeiro, gerente sênior da Robert Half.
Como ser notado: A globalização das empresas exige que os engenheiros aprimorem o inglês. Quem tem bom relacionamento interpessoal e foge do perfil meramente técnico é raro e, por isso, mais procurado no mercado.
Salários em destaque: Coordenador de planejamento: aumento de 13%. Salários variam de 8 000 a 17 000 reais; Gerente de melhoria contínua: aumento de 11,5%. Salários variam de 12 000 a 26 000 reais; Diretor de logística: aumento de 5%. Salários variam de 20 000 a 50 000 reais.
Finanças e contabilidade
Há bastante cautela na hora de contratar pessoas para essas áreas, e os processos seletivos, embora rápidos, estão com mais etapas. “As estruturas das empresas passam por reavaliações, tornando as contratações mais pontuais e estratégicas”, diz Alexandre Attauah, gerente da divisão de finanças e contabilidade da Robert Half.
Carreiras mais quentes: Pelos próximos três anos, as áreas valorizadas são as que lidam diretamente com o controle de caixa, como setores de planejamento financeiro, controladoria e custos.
Como ser notado: Profissionais que vão além das atividades do dia a dia, que se integram com outras áreas e buscam ter uma visão geral da empresa onde trabalham são os mais procurados.
Salários em destaque: Analista contábil ou fiscal júnior: aumento de 13%. Salários variam de 2 500 a 4 200 reais; Gerente de planejamento financeiro: aumento de 10,5%. Salários variam de 9 000 a 27 500 reais; Diretor financeiro: aumento de 9%. Salários variam de 15 000 a 90 000 reais.
Tecnologia
Os profissionais de TI têm oportunidades em start­ups e em empresas de médio porte que estão internalizando a área. “Existe uma migração dos contratos de TI de pessoa jurídica para CLT”, diz Fábio Saad, gerente sênior da Robert Half.
Carreiras mais quentes: Especialistas em tecnologias como iOS e Android encontram empregos (e salários altos) por causa do boom de aplicativos. As indústrias de eletrônica, serviços financeiros e internet são as com mais potencial.
Como ser notado: Se o profissional for técnico, estar atualizado com as novidades do mercado é fundamental. Do lado comportamental, boa comunicação e espírito de liderança contam pontos.
Salários em destaque: Analista de ERP sênior: aumento de 17%. Salários variam de 8 000 a 17 000 reais; Analista de negócios sênior: aumento de 10,5%. Salários variam de 7 000 a 14 000 reais; Coordenador de sistemas: aumento de 10%. Salários variam de 8 500 a 17 000 reais.
Recursos humanos
A partir do segundo semestre de 2014, as contratações aumentaram e o mercado deu uma leve aquecida — tendência que deve se manter. As empresas se preocupam em fazer com que a área de RH seja estratégica e se aproxime da diretoria e da presidência.
Carreiras mais quentes: Além dos profissionais mais ligados à estratégia, vai se dar bem quem atua com remuneração e benefícios, setor para o qual as companhias têm olhado com cuidado. “É uma boa área para começar a carreira”, diz Mário Custódio, gerente da divisão de RH da Robert Half.
Como ser notado: Especialização pode ser uma estratégia certeira: há poucos profissionais altamente técnicos no mercado. O inglês ainda é uma habilidade que conta pontos e está em falta.
Salários em destaque: Coordenador ou especialista em remuneração e benefícios: aumento de 17%. Salários variam de 
6 000 a 14 000 reais; Gerente de recursos humanos: aumento de 9,5%.Salários variam de 9 000 a 25 000 reais; Gerente de treinamento e desenvolvimento: aumento de 9%. Salários variam de 8 000 a 20 000 reais.

Mercado financeiro
A estagnação econômica aumentou a procura de profissionais que atuam nas áreas de apoio dos bancos. “É uma inversão do cenário que existia desde 2007, quando a procura era por pessoas­ que ficavam à frente das operações, como o gerente de crédito”, diz Ana Guimarães, gerente da divisão de mercado financeiro da Robert Half.
Carreiras mais quentes: Além do setor administrativo, vai se dar bem em 2015 quem trabalhar em áreas especializadas, como compliance, risco e auditoria. “As novas normas do Banco Central aumentam a necessidade desses profissionais”, diz Ana.
Como ser notado: Habilidades comportamentais, como bom relacionamento interpessoal e espírito de liderança, contam pontos. Para os técnicos, é preciso estar atento às regulamentações que não param de surgir.
Salários em destaque: Analista júnior de risco de mercado: aumento de 10%. Salários fixos de 4 700 a 7 400 reais; Gerente de auditoria: aumento de 6%. Salários fixos de 12 700 a 19 000 reais; Gerente de controladoria: aumento de 5%. Salários fixos variam de 11 500 a 18 000 reais.
Marketing e vendas
O setor de serviços puxa as contratações, e os profissionais em alta são mutitarefas e sabem gerar valor para as empresas.
Carreiras mais quentes: “O pós-venda é importante e, em marketing, o destaque é para o gerente”, diz Claudia Troca, gerente da divisão de marketing e vendas da Robert Half.
Como ser notado: A profissionalização da área comercial exige melhor formação universitária. Visão global e inglês são cruciais.
Salários em destaque: Supervisor de vendas: aumento de 9,5%. Salários variam de 5 500 a 12 000 reais; Gerente de marketing: aumento de 11%. Salários variam de 7 000 a 25 000 reais; 
Seguros
O dinamismo do mercado, com a entrada de seguradoras multinacionais e a abertura de startups especializadas em seguros e resseguros online, vai continuar. “A área comercial deixa de apenas vender seguros para pensar estrategicamente”, diz Alberto Lopes, gerente da divisão de seguros da Robert Half.
Carreiras mais quentes: O gerente comercial está em alta desde que tenha um papel mais consultivo. A área de apoio também se destaca porque as empresas estão de olho no pós-venda para não perder clientes.
Como ser notado: Quem tem uma carteira parruda de clientes, consegue fazer novos negócios e entende o mercado em que atua não fica sem emprego.
Salário em destaque: Analista de resseguros: aumento de 17,5%. Salários de 4 000 a 7 500 reais.
Jurídico
“Novos escritórios especializados procuram técnicos, e os generalistas têm chance nas empresas”, diz Mariana Horno, gerente sênior da Robert Half.
Carreiras mais quentes: O aumento do número de escritórios de nicho faz com que os especialistas sejam mais procurados — e os novos escritórios oferecem um pacote de remuneração fixa e variável compatível com o mercado.
Como ser notado: Para os especialistas, pega bem ter formação em universidades de primeira e pós-graduação global. Os generalistas devem ter credibilidade para transitar em várias áreas.
Salários em destaque: Advogado pleno consultivo trabalhista: aumento de 10%. Salários variam de 4 000 a 10 000 reais; Gerente jurídico de empresas: aumento de 19%. Salários variam de 11 000 a 23 000.
Retirada de: http://exame.abril.com.br/revista-vocesa/edicoes/19702/noticias/seu-salario-em-2015

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

12 Livros para administradores lerem


Livros para administradores!


Livros para administradores lerem
A leitura é algo crucial para a aprendizagem do ser humano, pois é através dela que enriquecemos nosso vocabulário, nosso raciocínio, interpretação e obtemos mais conhecimento. Muitos se perguntam, quais são os melhores livros para os que possuem interesse em negócios, empreendedorismo, estratégia e liderança ou quais podem ajudá-los a se tornarem melhores nesses aspectos. A questão, é que o livro sempre foi e ainda é um dos principais instrumentos do conhecimento e o hábito de ler é tão importante quanto qualquer outro em nossas vidas. Por isso, nós do Portal Administração fizemos uma lista com 12 dos principais livros para administradores, como também, para aqueles que se interessam por temas como: Estratégia, Liderança, Administração, Empreendedorismo, Motivação, entre outros. Confira abaixo a lista que fizemos:

O monge e o executivo
1 - O Monge e o Executivo: Começando por um dos maiores clássicos da leitura, uma história sobre a essência da liderança. Neste livro, James C. Hunter, conta a história de Leonard Hoffman, um famoso empresário que abandona sua brilhante carreira e passa a viver em um mosteiro beneditino, onde ensina o real significado do que é ser um líder.


Quem pensa enriquece

2 - Quem Pensa Enriquece: Todos querem ficar ricos, poucos conseguem. Qual o segredo? Principal fruto das ideias de Napoleon Hill, Quem Pensa Enriquece é um dos maiores best-sellers do mercado editorial, uma obra atemporal que de forma simples ajuda pessoas comuns a se tornarem bem sucedidas.


Vantagem competitiva



3 - Vantagem Competitiva*: O livro ensina como avaliar a posição competitiva de uma empresa e como implementar as etapas de ação específicas para aprimorá-la. Analisando diversos fatores em conjunto, fornece uma prática perspectiva para o meio empresarial cada vez mais competitivo.

A arte da guerra

4 - A Arte da Guerra: Outro clássico. Um dos livros de estratégias mais notáveis e influentes, lido e estudado por diversas pessoas no mundo. A Arte da Guerra é tido como um dos clássicos mais importantes do humanismo chinês, simplesmente um livro que dispensa comentários. Leitura obrigatória para todos os interessados em Administração e Gestão.


O principe


5 - O Príncipe, de Maquiavel: Um livro escrito por Nicolau Maquiavel, cuja primeira edição foi publicada postumamente, trata-se de um dos tratados políticos fundamentais, elaborado pelo pensamento humano, e que tem papel crucial na construção do conceito de estado moderno que conhecemos. Descreve a maneira de conduzir os negócios públicos internos e externos e de como conquistar e manter um principado.

GTD getting things done

6 - GTD (Getting Things Done): Método de gerenciamento de ações que dá nome ao livro de David Allen. "A arte de fazer acontecer" é uma fórmula anti-stress para estabelecer prioridades e entregar soluções no prazo. Trata-se de um livro sobre produtividade pessoal, organização e gerenciamento do tempo, que pode melhorar sua motivação e seus resultados.

O homem mais rico da babilonia

7 - O Homem mais rico da Babilônia: Trata-se de uma coletânea de parábolas escritas por George S. Clason a partir de 1926 e distribuídas, sob a forma de panfletos, em bancos e companhias de seguro norte-americanas. As parábolas no livro são ambientadas na Antiga Babilônia e trazem ensinamentos sobre planejamento financeiro, métodos de economia, entre outros.


A quinta disciplina


8 - A Quinta Disciplina: Livro escrito por Peter Senge, sugere uma visão sistêmica da vida, do mundo e de todos os aspectos da vivência humana. Leitura obrigatória para os que vivem nos meios organizacionais e administrativos, sugerindo uma visão mais ampla da administração.


Ponto de virada




9 - O ponto de virada: Malcolm Gladwell apresenta uma maneira instigante e original de entender certos fenômenos sociais, influenciados por um produto, serviço, ou mesmo atitudes capazes de virarem moda da noite para o dia. O autor apresenta no livro como identificar e até construir estímulos capazes de se tornar fenômenos sociais.

A estrategia do oceano azul

10 - A estratégia do Oceano Azul: É um livro que ensina como investir em mercados inexplorados. Publicado em 2005 e escrito por W. Chan Kim e Renée Mauborgne. O livro sugere matrizes que podem ser aplicadas em modelos de negócios e analisa cases de grande sucesso em todo o mundo, como o Cirque Du Soleil e a Starbucks, entre outros.


Como fazer amigos e influenciar pessoas


11 - Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas: O livro é voltado para a arte de se relacionar com as pessoas, apresentando técnicas simples, porém de extrema eficácia nos relacionamentos interpessoais. O livro conquistou seu lugar na história da editoração como um dos maiores best-sellers internacionais de todos os tempos. Dispensa comentários.




O lider do futuro
12 - O líder do Futuro: O livro discute o futuro papel do líder, num tempo marcado por organizações mais enxutas, mais ágeis e mais democráticas. Organizado pela Fundação Peter Drucker, a obra questiona algumas verdades absolutas sobre liderança, apontando para a necessidade de líderes mais participativos e menos questionadores.





Durante a leitura descobrimos um mundo novo, cheio de coisas desconhecidas. O hábito de ler deve ser estimulado, cultivado e preservado. Não importa o tema, a editora, a singularidade, o importante mesmo é ler. Sempre! *Observação: Michael Porter também escreveu Estratégia Competitiva, um ótimo livro sobre a complexidade da competição na indústria, demonstrando como 3 simples estratégias, tornam-se importantes ferramentas competitivas. Se interessa pelo assunto? Então, confira nosso artigo sobre: A estratégia competitiva de Porter.

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Livros para administradores que merecem ser citados:

- O verdadeiro poder;
- Quem mexeu no meu queijo;
- As cartas de tsuji;
- O líder do futuro;
- A hora da verdade;
- A meta;
- Consiga o que você quer;
- Pai rico, Pai pobre;
- Empreendedorismo Inovador;
- Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes.

Retirado de: http://www.portal-administracao.com/2013/11/livros-para-administradores-lerem.html

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Qual a melhor especialização para quem fez Administração?



Tenho certeza de que quero fazer o curso de Administração, e estou ciente de que é o curso mais escolhido aqui no Brasil. Então, resolvi pensar numa especialização para dar um diferencial pra minha carreira. Pensei em Comércio Exterior. Ele é um bom complemento ou abrange muito do que já terei aprendido em Administração? Tecnológico ou Bacharelado? Quais outras opções para especialização em Administração? Muito obrigada pela atenção, vocês fazem um ótimo trabalho aqui.

enviado por Anônimo
Há muitas possibilidades de especialização para graduados em Administração. Além das mais diretamente relacionadas com o curso (como Comércio Exterior, Logística e Gestão de Recursos Humanos), você pode se embrenhar em outros campos do saber (como as ciências jurídicas, ciências sociais, psicologia e estatística). Você pode pesquisar sobre essas opções em sites de universidades públicas e privadas.


Você também pode ter dúvidas quanto à “ênfase” da faculdade de administração. Ao longo da década de 1990, as universidades diversificaram enormemente a oferta dos cursos de graduação em administração, com currículos voltados à gestão hoteleira, aos recursos humanos, à segurança empresarial, à controladoria e outras opções. 



Na virada do século, no entanto, o mercado indicou que a formação generalista era mais interessante. Assim, sugerimos que você curse uma graduação generalista e recorra ao aprofundamento do conhecimento em algum setor por meio da pós-graduação. Até lá, você terá bem mais clareza do que realmente deseja. 



Como ainda não há dados que indiquem a efetividade da formação tecnológica para a construção de carreiras sólidas, a formação em bacharelado ainda é preferível.









http://guiadoestudante.abril.com.br/orientacao-vocacional/consulte-orientador/qual-melhor-especializacao-quem-fez-administracao-527469.shtml

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Dicas do chefe de RH do Google para recém-formados



1- Diploma não é tudo

Fazer uma faculdade é importante, mas não é tudo. E, segundo Bock, muita gente entre 18 e 22 anos não se atenta para isso. 

Por isso, o primeiro conselho dele é: escolha um curso que não aumente apenas o seu conhecimento sobre determinado assunto, mas que forneça “habilidades que serão valorizadas no mercado de trabalho”, afirmou ao New York Times.

Na prática, isso significa escolher caminhos acadêmicos mais tortuosos. Decidir ir para um curso porque ele é mais fácil, segundo o chefe de pessoas do Google, pode subtrair pontos do seu currículo.

2- Aprenda a ser analítico

De acordo com Bock, a habilidade mais escassa no mercado de trabalho hoje é a capacidade de ser analítico. 

“Não estou dizendo que você precisa ser um programador incrível, mas para entender como essas coisas funcionam, você precisa ser capaz de pensar de uma maneira formal, lógica e estruturada”, afirmou.

Isso também vale para quem é da área de Humanas, segundo o especialista. “Você tem que entender economia e psicologia ou estatística e física e juntá-los. Você precisa de algumas pessoas que são pensadores holísticos (...) e outros que são profundos especialistas funcionais”, afirmou. 

Segundo ele, a criatividade é algo natural do ser humano. O pensamento lógico e analítico, não. Mas o segredo dos profissionais mais eficientes está em conciliar os dois aspectos, ele explica.

3- Seja específico ao compor o currículo

Evite generalizações e adjetivos vazios. Quanto mais dados objetivos, melhor. “A chave é enquadrar seus pontos fortes como: ’Eu conquistei X, relacionado a Y, fazendo Z”, diz. 

4- Conte histórias com pé e cabeça nas entrevistas

Como em boa parte das provas na faculdade, o maior erro de um candidato (ou aluno) é não mostrar seu processo de pensamento para chegar a cada resposta.

Por isso, para eliminar discursos vazios ou confusos, Bock sugere a seguinte estrutura: “Aqui está o atributo que eu vou demonstrar; esta é a história que o demonstra e aqui, como ela faz isso”, detalha. 


Retirado da Revista Exame - Você S/A - http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/4-dicas-do-chefe-de-rh-do-google-para-recem-formados

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Frequente troca de emprego prejudica currículo, segundo pesquisa

Se você vive trocando de emprego por qualquer motivo é melhor começar a tomar cuidado: uma pesquisa realizada pela Robert Half revela que profissionais com histórico de pouca permanência nas empresas são facilmente descartados de processos seletivos. É o que afirmam 95% dos CFOs brasileiros.

Segundo o levantamento, 20% dos entrevistados afirmam que cinco trocas de emprego em 10 anos já é o suficiente para considerar um candidato como profissional instável.
Outros 18% consideram sete um número alto de mudanças durante uma década e 15% apontam que 10 transições no mesmo período é algo preocupante.

Para 15%, três movimentações de emprego nesse intervalo de tempo merecem atenção.
Segundo o diretor da Robert Half, Sócrates Melo, um profissional valorizado no mercado deve ser capaz de completar ciclos de projetos e aprendizados.

“A contratação é um investimento da empresa no colaborador. Se ele não permanece tempo suficiente para atuar nos projetos do início até o momento de colher os resultados, torna-se difícil compreender sua capacidade de entrega e seu valor para a organização”, explica.


Além disso, o executivo explica que existem razões plausíveis para curtas permanências nos empregos, mas o profissional pode ser classificado como instável pelo recrutador caso ele sempre deixe um emprego sem justificativas claras.

Para realizar o estudo, foram entrevistados 1.185 CFOs da Austrália, Bélgica, Brasil, Chile, França, Hong Kong, Singapura, Reino Unido e Japão.

Na média mundial, cinco mudanças de emprego do candidato em um período de 10 anos também colocam o recrutador em estado de atenção.

O lugar com maior índice de intolerância a profissionais instáveis é Hong Kong, onde 100% dos gestores evitam currículos que apresentem esse histórico.

Possibilidade de rejeição de candidatos com muitas passagens curtas no currículo

Colocação
Países
% de gestores que acham muito provável
% de gestores que acham pouco provável
Hong Kong
43%
57%
Brasil
53%
42%

Chile
53%
42%
Austrália
39%
54%

Japão
51%
43%
Singapura
41%
49%
Reino Unido
36%
53%
Bélgica
24%
60%
França
29%
55%

Para diminuir o índice de rotatividade nas empresas, 60% dos CFOs brasileiros afirmam que utilizam como principal estratégia de retenção o aumento de salário.

Outras medidas são proporcionar melhorias e benefícios flexíveis (54%), treinamento e desenvolvimento profissional (49%), plano de carreira (35%), flexibilidade de horário e local de trabalho (26%) e contraproposta (24%).

Já na média mundial, melhorias e benefícios flexíveis são o melhor plano de retenção, segundo a opinião de 52% dos entrevistados.

Retirado de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/troca-frequente-de-emprego-prejudica-curriculo-diz-pesquisa